September 6th, 2009 | by
Paulo Fehlauer | published in
flanerie
Toda vez que chego ao Rio de Janeiro, pergunto-me o que faço em São Paulo. Os momentos que antecedem a descida no Aeroporto Santos Dumont são de um prazer difícil de narrar. Em São Paulo, prefiro a noite; no Rio, o dia. Para superar a crise, nada melhor do que o ócio.
December 28th, 2008 | by
Paulo Fehlauer | published in
viagem
Direto do Moleskine: “Cheiro de onibus, cheiro de ar re-respirado, perfumes baratos misturados. A moca atrasa a parada em uma hora. Os olhares, quando ela enfim chega, sao de reprovacao. Em seu rosto, apenas o silencio envergonhado.” Santa Cruz do Rio Pardo – SP – 22/12/2008. Veja mais em http://flickr.com/photos/streetlife/sets/72157611600171414/
December 28th, 2008 | by
Paulo Fehlauer | published in
viagem
No mapa, a viagem comecou mais cedo, na rodoviária da Barra Funda, em Sao Paulo. Ali, em meio a malas e despedidas, embarquei para algumas horas de deserto já velho conhecido. Do caos frenético da metrópole ao sossego do interior, e do seio da família. Sao Paulo – SP – 22/12/2008. Veja mais em http://flickr.com/photos/streetlife/sets/72157611600171414/
December 24th, 2008 | by
Paulo Fehlauer | published in
viagem
Subtítulo: do meu Moleskine para o mundo. Parto dia 26, logo após o clássico Natal em família, para uma viagem daquelas existenciais, pelo menos nas histórias que inventei pra justificá-la. O roteiro é mais ou menos esse da imagem, traçado bebadamente sobre a foto do satélite. De São Paulo aos desertos de Uyuni, na Bolívia, [...]
December 24th, 2008 | by
Paulo Fehlauer | published in
viagem
Não segui com as ‘acreanas’, não fiz o diário que havia prometido. Pois bem. Obrigo-me, portanto, a fazer um breve resumo sensorial (e desconexo) dos 7 dias que passei em plagas amazônicas. Como diz o título, em dezembro, Rio Branco, a capital do Acre, cheira a chuva. Choveu quase todos os dias da minha estada, [...]
July 17th, 2008 | by
Paulo Fehlauer | published in
Comentário
Havana cheira a um misto de lixo e água podre, que fermenta e borbulha nos bueiros entupidos que decoram as esquinas. Cheira também a fumaça de tabaco, expelida por bocas tão douradas quanto mal cuidadas, e a óleo queimado, disperso no ar em nuvens negras pelos enormes Chevrolet remanescentes da “era americana”.
January 30th, 2008 | by
Paulo Fehlauer | published in
Por aí
É, eu sei, mais um trocadilho com o nome da cidade. Mas a verdade é que ele, o belo horizonte, existe. Como vivo em uma cidade sem horizonte nenhum, confesso que foi um choque – de leve, mas um choque. Meu saudosismo de moleque do interior abraçou-se ao cosmopolitanismo fajuto de hoje. Em BH, há [...]