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	<title>NA RUA &#187; Uncategorized</title>
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	<description>paulo fehlauer, na terceira pessoa do plural.</description>
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		<title>Boletim Na Rua &#8211; no. 3</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 22:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um domingo, mais uma semana &#8220;conectada&#8221;, mais um boletim, mais uma vez, obrigado pelos comentários e sugestões. Lembrando que é fácil espalhar a notícia, ok? Seguem as dicas dessa semana, que são muitas. Avisem se acharem que ficou muito longo. E lembrem-se de que também é possível receber o boletim por e-mail. É só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/11/eos_3068-capa.jpg" alt="Tudo azul…" /></p>
<p>Mais um domingo, mais uma semana &#8220;conectada&#8221;, mais um boletim, mais uma vez, obrigado pelos comentários e sugestões. Lembrando que é fácil espalhar a notícia, ok? Seguem as dicas dessa semana, que são muitas. Avisem se acharem que ficou muito longo. E lembrem-se de que também é possível receber o boletim por e-mail. <a href="http://narua.org/new/boletim/" title="Cadastre-se no Boletim Na Rua.">É só se cadastrar aqui</a>.</p>
<ol>
<li><strong>WEB-REPORTAGEM I</strong>: Uma pena eu não falar francês, mas dá pra entender bastante coisa nessa <a href="http://reportage-video.geomagazine.fr/" target="_blank" title="GEO Magazine">web-reportagem</a> da tradicional revista francesa <a href="http://www.geomagazine.fr/" target="_blank" title="GEO Magazine">GEO</a>. O tema é a indústria do sequestro na capital mexicana, que conta com a colaboração de &#8220;falsos taxis&#8221; e de policiais corruptos. Filme, fotos, links, <em>making of</em>, e um conceito que o redator-chefe Jean-Luc Marty chama de &#8220;Transjornalismo&#8221;, que na opinião dele resume essa integração de meios e a leitura não-linear proporcionadas pela internet.</li>
<li><strong>WEB-REPORTAGEM II</strong>: Estariam os &#8220;<em>hermanos</em>&#8221; argentinos ganhando de nós brasileiros na corrida virtual? Sem rivalidades por aqui. O jornal argentino <a href="http://www.clarin.com" target="_blank" title="Clarín.com">Clarín</a> publicou esta semana um <a href="http://www.clarin.com/diario/2007/10/08/conexiones/inicio_che.html" target="_blank" title="Clarín.com">especial sobre a segunda viagem de Ernesto &#8216;Che&#8217; Guevara</a> pela América Latina, em 1953, um ano depois daquela retratada no filme &#8220;<a href="http://www.filmes.net/diariosdemotocicleta/MD.html" target="_blank" title="Diários de Motocicleta">Diários de Motocicleta</a>&#8220;. Bem interessante o conteúdo e a apresentação. O Clarín.com, aliás, me pareceu bem mais &#8220;conectado&#8221; do que qualquer grande jornal brasileiro. Em espanhol. Via <a href="http://desculpeapoeira.blogspot.com" target="_blank" title="Desculpe a Poeira">Desculpe a Poeira</a>.</li>
<li><strong>FOTOGRAFIA</strong>: Já tinha mencionado o trabalho da <a href="http://www.viiphoto.com" target="_blank" title="VII Photo">Agência VII Photo</a> no <a href="http://narua.org/new/2007/10/21/boletim-na-rua-no-1/" target="_blank" title="narua.org">primeiro boletim</a>. Vejam o que pode ser uma agência fotojornalística não do futuro, mas do presente:
<ol>
<li>Produz, além de imagens estáticas, <a href="http://viiphoto.com/video.php" target="_blank" title="VII Multimedia">trabalhos multimídia</a> para internet. Confiram principalmente o trabalho de <a href="http://viiphoto.com/photographer.html" target="_blank" title="Lauren Greenfield">Lauren Greenfield</a> (veja mais no <a href="http://www.laurengreenfield.com/" target="_blank" title="Lauren Greenfield">site pessoal de Lauren</a>), para mim uma grande cronista visual da sociedade americana atual, em especial de suas mulheres e crianças.</li>
<li>Divulga e discute a sua produção em fóruns e redes sociais online. Veja a página da VII no <a href="http://viiphoto.com/visionaires.html" target="_blank" title="VII Visionaires">Lightstalkers</a>, uma espécie de orkut fotojornalístico global, e no <a href="http://viiphoto.ning.com/" target="_blank" title="VII @ Ning.com">ning.com</a>, uma &#8220;rede de redes&#8221; que descobri por acaso esta semana. Aliás, o <a href="http://www.ning.com/" target="_blank" title="ning.com">ning</a> mereceria uma dica própria, confiram.</li>
<li>Distribui seu material <a href="http://viiarchive.com/" target="_blank" title="VII Archive">via internet</a>, utilizando ferramentas como o <a href="http://marketplace.digitalrailroad.net/" target="_blank" title="Digital Railroad">Digital Railroad</a>.</li>
</ol>
<p>Lembrando que nada disso substitui a disposição e a  cara-de-pau dos fotógrafos de se lançarem ao mundo e colherem suas histórias. Felizmente essa parte ainda não pode ser feita virtualmente.</li>
<li><strong>WEB 2.0</strong>: Imagine-se andando por uma cidade ou bairro qualquer. Com um clique, você descobre o que está rolando à sua volta; com mais um, confere comentários sobre o restaurante à sua frente; com um terceiro, pode até conhecer alguém que esteja na mesma região que você. O site <a href="http://www.yourstreet.com/" target="_blank" title="yourstreet.com">YourStreet</a> torna isso possível, baseado na praticidade do <a href="http://maps.google.com" target="_blank" title="Google Maps">Google Maps</a>. Escolha uma região (por enquanto só nos EUA) e aguarde. O serviço rastreia a web em busca de notícias relativas àquela área, além de aceitar colaborações de usuários. Agora imagine esse serviço associado a uma rede de repórteres-cidadãos, blogueiros dedicados à cobertura de suas próprias vizinhanças. Não seria sensacional?</li>
<li><strong>BLOGOSFERA</strong>: Saíram os indicados ao prêmio <a href="http://www.thebobs.com/index.php?l=pt&amp;s=1154893154682279QQCXSYUE-NONE" target="_blank" title="The Bobs">Best Of The Blogs 2007</a> (BOBs), promovido pelo canal de TV alemão <a href="http://www.dw-world.de/" target="_blank" title="Deutsche Welle">Deustche Welle</a> (que, por sinal, também usa o Google Maps para localizar os blogs pelo mundo). O narua.org <a href="http://www.thebobs.com/index.php?w=1188883474369846QZRTWAHZ" target="_blank" title="The Bobs">estava lá</a>, mas ainda sem pretensão de arrematar algum prêmio. Muita coisa boa apontada e, entre os candidatos ao prêmio máximo, o brasileiro <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/" target="_blank" title="Blog do Tas">Marcelo Tas</a>. Alguns destaques:
<ol>
<li><a href="http://www.aljazeeratalk.net/english/" target="_blank" title="Al-Jazeera Talk">Al-Jazeera Talk</a>. Concordem ou não com seus propósitos, mas a <a href="http://english.aljazeera.net/NR/exeres/55ABE840-AC30-41D2-BDC9-06BBE2A36665.htm" target="_blank" title="Al-Jazeera">Al-Jazeera</a> é uma das mais inovadoras empresas de comunicação da atualidade. O Al-Jazeera Talk é um projeto colaborativo voltado ao público jovem do mundo todo, em especial o de origem árabe.</li>
<li>O <a href="http://www.thebobs.com/index.php?l=pt&amp;s=1154893079284620TKRJKYIH-1159186871927275TOHIERJQ" target="_blank" title="The Bobs">Prêmio Repórteres Sem Fronteiras</a> aponta ótimos blogs de jornalismo cidadão, publicados, em sua maioria, em países onde a liberdade de expressão não é algo cotidiano. Por exemplo, os <a href="http://desabafosangolanos.blogspot.com/" target="_blank" title="Desabafos Angolanos">Desabafos Angolanos</a> e o sul-asiático <a href="http://jotman.blogspot.com/" target="_blank" title="Jotman.com">Jotman.com</a>.</li>
<li>Da categoria &#8220;Blogs em Português&#8221;, os brasileiros <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/" target="_blank" title="Pensar Enlouquece, Pense Nisso">Pensar Enlouquece</a>, de Alexandre Inagaki, e <a href="http://soaressilva.wunderblogs.com/" target="_blank" title="Alexandre Soares Silva">Alexandre Soares Silva</a>, clássicos da blogosfera nacional.</li>
<li>Curiosidade: nas categorias de idiomas, o campeão em candidatos foi o espanhol, com 868 blogs sugeridos, seguido pelo português, com 599, e, na sequência, francês, russo, árabe, alemão, persa, chinês, holandês e, em último, inglês. A indicação era livre, portanto isso não serve como parâmetro, mas os números são curiosos.</li>
</ol>
</li>
<li><strong>AGENDA CULTURAL</strong>: Duas notinhas altamente recomendadas para a semana:
<ol>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_de_Arte_Moderna" target="_blank" title="Wikipedia">Em 1922</a>, o Brasil foi balançado por um movimento de artistas que se diziam modernos, e que afirmavam que a arte produzida até então não os representava. Oitenta e cinco anos depois, essa arte moderna já virou <em>establishment</em>, e surge então um novo movimento, ainda sem nome definido, mas que se julga ainda menos representado. Começou hoje (domingo) a <a href="http://artenaperiferia.blogspot.com/2007/09/semana-de-arte-moderna-da-periferia_18.html" target="_blank" title="PANORAMA - Arte na Periferia">1a. Semana de Arte Moderna da Periferia</a> &#8211; Antropofagia Periférica, organizada pela Cooperifa &#8211; Cooperativa de Artistas da Periferia (<a href="mailto:cooperifa@gmail.com" target="_blank" title="Cooperifa">e-mail</a>), que reúne parte da produção artística e cultural da periferia de São Paulo. Confira o <a href="http://colecionadordepedras.blogspot.com/2007/10/manifesto-da-antropofagia-perifrica.html" target="_blank" title="Sérgio Vaz, o Colecionador de Pedras">manifesto</a> e a <a href="http://becosevielaszs.blogspot.com/2007/10/semana-de-arte-moderna-da-periferia.html" target="_blank" title="Becos &amp; Vielas">programação</a>. Via <a href="http://becosevielaszs.blogspot.com" target="_blank" title="Becos &amp; Vielas">Becos &amp; Vielas</a>.</li>
<li>Também vindo da periferia de São Paulo, o escritor Ademiro Alves, o <a href="http://www.sacolagraduado.blogspot.com/" target="_blank" title="Sacolinha">Sacolinha</a>, re-lança seu livro &#8220;<a href="http://www.guiadolivro.com.br/livro_detalhes.php?livro_id=187194" target="_blank" title="Guia do Livro">85 Letras e Um Disparo</a>&#8220;, agora em 2a. edição, na Livraria Nobel do Shopping Center 3, na Av. Paulista, 2064. Sacolinha esteve no <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM747717-7822-ESCRITOR+ADEMIRO+ALVES+JA+FOI+LADRAO+DE+LIVROS,00.html" target="_blank" title="Globo.com">Programa do Jô</a> há alguns dias e deu uma entrevista muito boa.</li>
</ol>
</li>
<li><strong>PORTFOLIO</strong>: Costumo valorizar experiências como a retratada no filme &#8220;<a href="http://www.imdb.com/title/tt0388789/" target="_blank" title="Born Into Brothels (imdb)">Nascidos em Bordéis</a>&#8220;, em que uma oficina de fotografia é organizada com determinado grupo de pessoas, geralmente carentes, que vão retratar o próprio mundo em que vivem. A experiência serve tanto para quem está de fora, e pode ver um olhar menos &#8220;turista&#8221; da realidade, quanto para quem participa, e aprende a observar e valorizar a sua própria realidade, e ser reconhecido por isso. Os problemas e desafios de uma experiência como essa são maiores do que o objetivo deste boletim e, portanto, ficam como sugestão para debate. O portfolio que indico aqui vem de uma dessas experiências, feita com mulheres portadoras do HIV e organizada pela fotógrafa <a href="http://www.evelynruman.com/" target="_blank" title="Evelyn Ruman">Evelyn Ruman</a>. A exposição &#8220;De Cara Pra Vida&#8221; está em exibição no Saguão Tucarena (Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes, SP), até o dia 11/11.</li>
<li><strong>EXTRA</strong>:  Alguém sabe a história da fotografia digital? Confiram <a href="http://crave.cnet.co.uk/digitalcameras/0,39029429,49293172-1,00.htm" target="_blank" title="CNet.co.uk">essa matéria</a> do site de tecnologia CNet. Em inglês.</li>
</ol>
<p>É isso, por ora. Aguardo respostas.  Tenham uma semana inspirada.</p>
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		<title>Esperando Paulo Autran</title>
		<link>http://narua.org/2007/10/12/esperando-paulo-autran/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 00:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sampa]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo começou com uma <a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art64156,0.htm" target="_blank" title="Estadao">notícia</a>. O Ator teria morrido. No caminho, a correção: na verdade, ele ainda está para morrer. Tarde. A leva de urubus já voa velozmente em direção ao hospital. É um por minuto. <a href="http://narua.org/new/2007/10/12/esperando-paulo-autran/" target="_self">Continue lendo...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="left"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/10/eos_0508-1.jpg" alt="Godot" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<div align="right"><em>- E nós?</em><br />
<em>- Como?</em><br />
<em>- Perguntei: e nós?</em><br />
<em>- Não percebo.</em><br />
<em>- Qual é o nosso papel em tudo isso?</em><br />
<em>- O nosso papel?</em><br />
(<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Samuel_Beckett" target="_blank" title="wikipedia">Samuel Beckett</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Esperando_Godot" target="_blank" title="wikipedia">Esperando Godot</a>)</div>
<div align="right"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tudo começou com uma <a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art64156,0.htm" target="_blank" title="Estadao">notícia</a>. O Ator teria morrido. No caminho, a correção: na verdade, ele ainda está para morrer. Tarde. A leva de urubus já voa velozmente em direção ao hospital. É um por minuto.</p>
<p>O farfalhar transforma estado <em>grave</em> em <em>gravíssimo</em>, diz-que-diz que vai morrer. “Já morreu?”, pergunta um retardatário. “Não, ainda não”. “Ufa!” Hoje o dia vai longe. E eu nem almocei ainda.</p>
<p>Para ocupar o silêncio, histórias. “Quando o Papa estava para morrer, foi a mesma coisa. Alguém anunciou antes da hora, aí teve um que disse ao vivo ‘Lamentamos informar que o Papa não morreu’”. Gargalhadas&#8230;</p>
<p>Pardal pergunta ao urubu: “Por que a bagunça?”, e recebe polida resposta: “O Ator está doente”. No fundo, urubu sabe que o mais adequado seria “Estamos todos aqui aguardando Dona Morte”.</p>
<p>Que finalmente chega, o que de forma alguma alivia as aves de rapina. O trabalho, afinal, só está começando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div align="right"><em><br />
- Vamo-nos embora daqui.<br />
- Não podemos.<br />
- Por que?<br />
- Estamos à espera de Godot.<br />
- Ah, é verdade&#8230;<br />
</em>(idem)</div>
<div align="right"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>P.S.:</strong> Eis minha sincera e testemunhal, politicamente incorreta homenagem ao ator <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Autran" target="_blank" title="Wikipedia">Paulo Autran</a>, um xará que apenas sonhei ver nos palcos. Infelizmente, vai continuar na lista de não-realizados.  Para quem não entendeu muito bem o texto, leia <a href="http://aloisiomilani.wordpress.com/2007/10/12/paulo-autran-morreu-antes-no-estadao/" target="_blank" title="Aloisio Milani">aqui</a> e <a href="http://www.andredeak.com.br/2007/10/12/estadao-erra-de-novo/" title="André Deak" target="_blank">aqui</a>. Mais fotos no meu Flickr (clique na foto abaixo).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1556260969/" class="tt-flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2104/1556260969_e42c21088f.jpg" alt="Waiting for Paulo Autran" border="0" height="333" width="500" /></a></p>
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		<title>Do baú II: New York, New York</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 01:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[cor]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais fotos encontradas. As fotos abaixo foram tiradas durante a greve do metrô de NY, isso no final de 2005. Meu caminho para o trabalho incluía atravessar a Williamsburg Bridge a pé. Lembrou preguiça, certo? Mas confesso que foi uma experiência interessante, e me obrigou a olhar a cidade por outro ângulo. O mais interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://narua.org/new/2007/10/03/do-bau-ii-new-york-new-york/new-york/" rel="attachment wp-att-280" title="New York"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/10/sp365-20071002-capa.jpg" alt="New York" /></a></p>
<p>Mais fotos encontradas. As fotos abaixo foram tiradas durante a greve do metrô de NY, isso no final de 2005. Meu caminho para o trabalho incluía atravessar a Williamsburg Bridge a pé. Lembrou preguiça, certo? Mas confesso que foi uma experiência interessante, e me obrigou a olhar a cidade por outro ângulo. O mais interessante era ver que não estava sozinho. Agora, não acho que faria o mesmo caso precisasse cruzar o Rio Pinheiros todos os dias. Nessas horas (e em muitas outras), Nova York é imbatível.</p>
<p>Abaixo seguem algumas fotos da greve. Elas têm link para a minha página no Flickr, onde coloquei mais algumas imagens &#8220;encontradas&#8221;. Lembrem que todas essas fotos são digitalizações de slides. Há algo que ainda me atrai na fotografia dita analógica.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1479715342/" class="tt-flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1016/1479715342_db03eb1912_m.jpg" alt="Go biking" border="0" height="160" width="240" /></a>  <a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1478857289/" class="tt-flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1086/1478857289_2439a62466_m.jpg" alt="Strike" border="0" height="160" width="240" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1479711878/" class="tt-flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1391/1479711878_51658f19ef_m.jpg" alt="Strike" border="0" height="160" width="240" /></a>  <a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1479711386/" class="tt-flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1005/1479711386_183e89f6c6_m.jpg" alt="Take a walk on the wild side" border="0" height="160" width="240" /></a></p>
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		<title>Do baú I: Congada de Ilhabela</title>
		<link>http://narua.org/2007/10/02/do-bau-i-congada-de-ilhabela/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 00:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[festa]]></category>
		<category><![CDATA[povo]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem um site argentino chamado &#8220;Fotos Encontradas&#8220;, que reúne fotos literalmente encontradas nas ruas do país platino. Mas isso tem pouco a ver com esse post. As fotos aqui são minhas, encontradas na bagagem que trouxe dos EUA. Fui terminar o filme em Nova York (as fotos de lá vêm no próximo post). Essas são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://narua.org/new/2007/10/02/do-bau-i-congada-de-ilhabela/bandeirinhas/" rel="attachment wp-att-278" title="Bandeirinhas"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/10/sp365-20071002-capa1.jpg" alt="Bandeirinhas" /></a></p>
<p>Tem um site argentino chamado &#8220;<a href="http://www.fotosencontradas.com.ar/" target="_blank" title="Fotos Encontradas">Fotos Encontradas</a>&#8220;, que reúne fotos literalmente encontradas nas ruas do país platino. Mas isso tem pouco a ver com esse post. As fotos aqui são minhas, encontradas na bagagem que trouxe dos EUA. Fui terminar o filme em Nova York (as fotos de lá vêm no próximo post).</p>
<p>Essas são algumas imagens da Congada de Ilhabela, que conheci quando trabalhava para a TV USP. A digitalização não ficou muito boa, mas dá pra perceber algumas peculiaridades do filme, no caso, slide.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1479655714/" class="tt-flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1341/1479655714_d6892d713a_m.jpg" alt="Flags" border="0" height="160" width="240" /></a>  <a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1479655324/" class="tt-flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1010/1479655324_447af6228c_m.jpg" alt="Cleaning" border="0" height="240" width="160" /></a>  <a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1478798865/" class="tt-flickr"><img src="http://farm2.static.flickr.com/1114/1478798865_63a4703873_m.jpg" alt="Faith" border="0" height="160" width="240" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Walker Evans, Carbono e Prata</title>
		<link>http://narua.org/2006/09/06/walker-evans-carbono-e-prata/</link>
		<comments>http://narua.org/2006/09/06/walker-evans-carbono-e-prata/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2006 03:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Fui conferir essa semana a badalada exposi&#231;&#227;o do trabalho do fot&#243;grafo Walker Evans, na sede do banco su&#237;&#231;o UBS em Nova York. Al&#233;m de homenagear o artista, um dos maiores da hist&#243;ria da fotografia, o evento chama a aten&#231;&#227;o para um aspecto particular: as rela&#231;&#245;es entre a fotografia tradicional e o mundo digital. O cen&#225;rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">
Fui conferir essa semana a badalada exposi&ccedil;&atilde;o do trabalho do fot&oacute;grafo<br />
<a href="http://www.ubs.com/1/e/about/sponsor/culture/ubs_art_gallery/walker_evans.html" target="_blank" title="Walker Evans, Carbon and Silver">Walker Evans</a>, na sede do banco su&iacute;&ccedil;o UBS em Nova York. Al&eacute;m<br />
de homenagear o artista, um dos maiores da hist&oacute;ria da fotografia, o<br />
evento chama a aten&ccedil;&atilde;o para um aspecto particular: as rela&ccedil;&otilde;es entre a<br />
fotografia tradicional e o mundo digital.
</div>
<p><span id="more-11"></span>
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O cen&aacute;rio &eacute; at&eacute; um pouco estranho. O ritmo contemplativo dos visitantes, nas laterais do imenso sal&atilde;o, contrasta com a velocidade do caminhar do p&uacute;blico usual de um grande banco. Enquanto uns correm da entrada at&eacute; o elevador, outros menos atarefados param e observam. Considerando que o homenageado &eacute; Walker Evans, o contraste vira uma forma de rever&ecirc;ncia. O fot&oacute;grafo que observou calmamente o seu pa&iacute;s quando ele se recuperava da maior crise da sua hist&oacute;ria, agora &eacute; observado, enquanto o pa&iacute;s corre sem saber muito bem para onde.</p>
<p>Walker Evans nasceu em 1903, e come&ccedil;ou a fotografar em 1927, depois de frustrado o sonho de ser escritor. Duas pessoas determinaram a dire&ccedil;&atilde;o do seu trabalho. Quando ele j&aacute; rejeitava o primor art&iacute;stico pregado por Alfred Steiglitz, descobriu o trabalho descompromissado do franc&ecirc;s Eug&egrave;ne Atget. Evans n&atilde;o queria a formalidade art&iacute;stica, mas sim o contato com as pessoas. Era o que ele chamava de &quot;document&aacute;rio l&iacute;rico&quot;.</p>
<p>Sua maior contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; fotografia nasceu de um trabalho &agrave; primeira vista burocr&aacute;tico: <a href="http://rs6.loc.gov/ammem/fsahtml/fahome.html" target="_blank" title="FSA/OWI B&amp;W Photographs">documentar os efeitos da Grande Depress&atilde;o</a> em fam&iacute;lias de fazendeiros para o governo americano. O prop&oacute;sito era justificar visualmente o programa de governo do presidente Roosevelt (New Deal). Assim, por dois anos (1935-36), Evans percorreu os mais escondidos recantos dos Estados Unidos, e o resultado foi muito al&eacute;m do mero registro. Ali ele definiu o seu estilo, e criou a base para essa nova fotografia.</p>
<p>&Eacute; desse per&iacute;odo que v&ecirc;m as imagens expostas no UBS. Agora, por que tanto alarde sobre imagens j&aacute; tantas vezes mostradas? Um outro objetivo se esconde nas entrelinhas (ou talvez nas pr&oacute;prias linhas). Todas as fotos expostas foram impressas a partir de arquivos digitais, com impressoras jato-de-tinta. O evento celebra ent&atilde;o, mais do que a qualidade do trabalho de Evans, o avan&ccedil;o das tecnologias de impress&atilde;o. Boa parte das fotos expostas s&atilde;o acompanhadas de suas respectivas impress&otilde;es originais, para que os visitantes possam comparar e tirar suas pr&oacute;prias conclus&otilde;es.</p>
<blockquote><p>
	A t&iacute;tulo de explica&ccedil;&atilde;o: a impress&atilde;o tradicional, a partir do negativo, &eacute; feita por um processo qu&iacute;mico que envolve a ativa&ccedil;&atilde;o de sais de prata sobre papel sens&iacute;vel &agrave; luz. J&aacute; a impress&atilde;o jato-de-tinta, como o nome diz, &eacute; feita como uma pintura autom&aacute;tica, em que pigmentos de carbono s&atilde;o sobrepostos ao papel. Da&iacute; o nome da exposi&ccedil;&atilde;o: CARBONO E PRATA.
</p></blockquote>
<p>{mospagebreak title=Objetividade&amp;amp;heading=Teste}</p>
<div align="justify">
<strong>Objetividade</strong><br />
O alarde teve sua repercuss&atilde;o, como era de se esperar. Fot&oacute;grafos tradicionalistas desdenharam a qualidade das impress&otilde;es, enquanto os &quot;antenados&quot; aplaudiram. No fundo, a briga &eacute; a mesma desde a inven&ccedil;&atilde;o da roda. Qualquer inova&ccedil;&atilde;o sempre tem seus defensores e seus cr&iacute;ticos. </p>
<p>Um cr&iacute;tico do <a href="http://www.nytimes.com/2006/08/25/arts/design/25evan.html?ei=5090&amp;en=445a2392d8c865d6&amp;ex=1314158400&amp;adxnnl=1&amp;partner=rssuserland&amp;emc=rss&amp;pagewanted=2&amp;adxnnlx=1157821207-dQRlyGTB3Xr5BAyn0eDsHw" target="_blank" title="The New York Times">New York Times</a> colocou em quest&atilde;o a objetividade das impress&otilde;es, a rela&ccedil;&atilde;o entre o resultado final, como interpretado pelo impressor, e a inten&ccedil;&atilde;o do artista, voltando a um dos mais batidos assuntos das aulas de Hist&oacute;ria da Arte, o que provavelmente Evans repudiaria. Mas o jornalista tem o seu ponto. O fato &eacute; que na impress&atilde;o digital foram &quot;descobertos&quot; novos detalhes, como na foto abaixo (passe o mouse por cima da imagem para entender). 
</div>
<p>
<img src="images/stories/wevans1.jpg" onmouseover="this.src=&#39;http://www.narua.org/site/images/stories/wevans2.jpg&#39;;" onmouseout="this.src=&#39;http://www.narua.org/site/images/stories/wevans1.jpg&#39;;" border="0" alt="wevans2" title="wevans2" hspace="5" vspace="5" width="550" height="449" align="top" /></p>
<div align="justify">
Desconsiderada a m&aacute; qualidade das fotos de internet, o que chama aten&ccedil;&atilde;o &eacute; a nova personagem que aparece na cena. E agora, a tecnologia ajudou ou atrapalhou? N&atilde;o que seja uma grande mudan&ccedil;a, mas ali est&aacute; um elemento visto pelo fot&oacute;grafo no momento e que estava escondido no negativo, a espera de sua revela&ccedil;&atilde;o para o mundo. Essa foto &eacute; emblem&aacute;tica na exposi&ccedil;&atilde;o, e traduz o ponto de vista dos organizadores, de que a tecnologia tem muito a oferecer &agrave; arte e principalmente &agrave; sua preserva&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Muitos fot&oacute;grafos de antigamente eram t&atilde;o preciosistas com o seu trabalho que queimavam todos os negativos antes de morrerem, para que n&atilde;o fossem poss&iacute;veis novas reprodu&ccedil;&otilde;es. Assim, mantinham total controle sobre a qualidade das c&oacute;pias e garantiam que o seu pre&ccedil;o s&oacute; aumentaria. Em tempos de internet, a id&eacute;ia soa mesmo ultrapassada, mas Evans n&atilde;o pensaria nisso nem na sua &eacute;poca. Sempre aberto a inova&ccedil;&otilde;es, ele seria o primeiro a abra&ccedil;ar a id&eacute;ia, desde que suas imagens seguissem sua jornada pelo mundo, tocando as pessoas que encontrassem pelo caminho. No fundo, passadas concord&acirc;ncias e discord&acirc;ncias, &eacute; esse o objetivo, n&atilde;o?</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
+ <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Walker_Evans" target="_blank" title="Walker Evans">Walker Evans, artigo na Wikipedia</a>;<br />
+ <a href="http://www.literarydictionary.com/php/sworks.php?rec=true&amp;UID=4015" target="_blank" title="Let Us Now Praise Famous Men">Let Us Now Praise Famous Men</a>: retrato de tr&ecirc;s fam&iacute;lias do Sul dos Estados Unidos na &eacute;poca da Grande Depress&atilde;o.<br />
+ <a href="http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=950DEEDA1731F934A25755C0A96F948260" target="_blank" title="And Their Children After Them">And Their Children After Them</a>: na d&eacute;cada de 80, uma rep&oacute;rter e um fot&oacute;grafo refazem a trilha de Evans e Agee, em busca das fam&iacute;lias retratadas.</p>
<p><strong>Dica:</strong><br />
Se voc&ecirc; estiver em Nova York, a exposi&ccedil;&atilde;o ficar&aacute; em cartaz at&eacute; 17 de Novembro, na sede do UBS, que fica no 1285 6th Avenue, entre 51st e 52nd Streets, de segunda a sexta, das 8h &agrave;s 18h. De gra&ccedil;a.</p>
</div>
</div>
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		<title>Brazilian Day, com um Z bem grande</title>
		<link>http://narua.org/2006/09/05/brazilian-day-com-um-z-bem-grande/</link>
		<comments>http://narua.org/2006/09/05/brazilian-day-com-um-z-bem-grande/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2006 12:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Pra aumentar o ibope deste site, uma bela bunda na capa. Mulheres conscientes, antes de levantarem as m&#227;os espalmadas em minha dire&#231;&#227;o, continuem lendo. Dia 3 de Setembro foi Brazilian Day em Nova York. O evento acontece anualmente h&#225; mais de 20 anos, sempre mostrando o que a cultura brasileira tem de &#34;melhor&#34;. Esse ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="homethumb" src="images/stories/thumbs/thumb_nr365_0029.jpg" border="0" alt="thumb_nr365_0029" title="thumb_nr365_0029" hspace="5" vspace="5" width="102" height="102" align="left" />Pra aumentar o ibope deste site, uma bela bunda na capa. Mulheres conscientes, antes de levantarem as m&atilde;os espalmadas em minha dire&ccedil;&atilde;o, continuem lendo. Dia 3 de Setembro foi Brazilian Day em Nova York. O evento acontece anualmente h&aacute; mais de 20 anos, sempre mostrando o que a cultura brasileira tem de &quot;melhor&quot;. Esse ano teve, por exemplo, elenco da Globo e shows de Leonardo, Sandy &amp; J&uacute;nior, Banda Calypso e Babado Novo. Quer programa melhor pra celebrar a Independ&ecirc;ncia do Brasil?<br />
<br /><span id="more-13"></span>
<div align="justify">
<img class="multithumb" src="images/stories/nr365_0029.jpg" border="0" alt="brazilny" title="Bunda, bunda e bunda" hspace="5" vspace="5" width="820" height="553" align="left" /><br />
<br />
<span style="font-size: 12pt">PRA AUMENTAR</span> o ibope deste site, uma bela bunda na capa. Mulheres conscientes, antes de levantarem as m&atilde;os espalmadas em minha dire&ccedil;&atilde;o, continuem lendo, por favor. Dia 3 de Setembro foi Brazilian Day em Nova York. O evento acontece anualmente h&aacute; mais de 20 anos, sempre mostrando o que a nossa cultura tem de &quot;melhor&quot;. Esse ano teve, por exemplo, elenco da Globo e shows de Leonardo, Sandy &amp; J&uacute;nior, Banda Calypso e Babado Novo. Quer programa melhor pra celebrar a Independ&ecirc;ncia do Brasil? </p>
<p>
Vou deixar de lado os clich&ecirc;s de &quot;(in)depend&ecirc;ncia&quot; ou &quot;independ&ecirc;ncia de quem?&quot;, porque j&aacute; est&atilde;o muito batidos, mas no fundo a id&eacute;ia &eacute; a mesma. Se algu&eacute;m ainda n&atilde;o entendeu a ironia, melhor deixar pra l&aacute; e ir direto ao ponto. Bela imagem que passamos ao mundo, n&atilde;o? Bunda, cerveja e carnaval. Na l&oacute;gica do dinheiro isso funciona muito bem: uma pequena amostra do que os gringos v&atilde;o procurar no Rio em Fevereiro (e nem preciso dizer que a m&aacute;quina do turismo sexual j&aacute; est&aacute; prontinha para atender &agrave; demanda). </p>
<p><img class="multithumb" src="images/stories/nr365_0030.jpg" border="0" alt="brazilny" title="Samba para os sadios do p&eacute;" hspace="5" vspace="5" width="820" height="553" align="right" />N&atilde;o, n&atilde;o quero Chico Buarque na Sexta com a 46. Ali&aacute;s, deixa ele com as coroas l&aacute; em Sampa que est&aacute; &oacute;timo. Mas o Brasil est&aacute; longe de ser todo ano a mesma coisa &#8211; Leonardo, Sandy &amp; J&uacute;nior etc. E essa cr&iacute;tica n&atilde;o tem nada a ver com elitismo, ou pior, classemedianismo. Desde quando o Brasil tem cultura &quot;de rico&quot;? Desde quando rico brasileiro olha para o pr&oacute;prio pa&iacute;s? Ok, menos generaliza&ccedil;&otilde;es. Mas a cultura genuinamente brasileira &eacute; de pobre, nasce da escassez. &Eacute; a capoeira, o maracatu, o samba l&aacute; do morro, a viola do caipira, a lavadeira cantando e claro, tamb&eacute;m o brega, o popular, o sertanejo. O problema &eacute; que, no fundo, todas aquelas pessoas est&atilde;o ali pra isso mesmo, pra ver os astros da TV, pra pular com a Sandy e chorar com o Leonardo, pra dizer &quot;m&atilde;e, t&ocirc; na Globo&quot;.&nbsp; </p>
<p>H&aacute; um sintoma comum a algumas das pessoas que vivem por aqui. Quase todas sa&iacute;ram do Brasil em busca do conforto que n&atilde;o tinham por l&aacute;; abriram m&atilde;o de carreiras, fam&iacute;lia, para terem um pouco daquela vida que viam no cinema. Todos mant&ecirc;m o orgulho de serem brasileiros &#8211; espalham bandeiras, vestem verde e amarelo &#8211; mas muitos v&atilde;o mudar de assunto quando o papo incluir os problemas do pa&iacute;s. Ent&atilde;o fica esse orgulho de espectador, feliz de estar longe. Por experi&ecirc;ncia pr&oacute;pria, fica dif&iacute;cil conden&aacute;-los: &eacute; muito f&aacute;cil se deixar cegar pelas &quot;verdinhas&quot;. E n&atilde;o vou me alongar no assunto pra n&atilde;o pisar no pr&oacute;prio p&eacute;.</p>
<p>Voltando &agrave; festa, s&oacute; pra terminar. A parte boa fica por conta da comida &#8211; feijoada, pastel, acaraj&eacute; n&atilde;o conta porque nem me arrisco &#8211; e do Guaran&aacute; Antarctica, que eu n&atilde;o bebia h&aacute; mais de um ano. E fica tamb&eacute;m por conta da nossa famosa criatividade. Rodas de samba e capoeira pipocavam, para deleite da plat&eacute;ia e para o suspiro aliviado do fot&oacute;grafo, que at&eacute; ent&atilde;o se sentia um peixe fora d&#39;&aacute;gua em sua pr&oacute;pria festa.
</div>
<p><img class="multithumb" src="images/stories/nr365_0028.jpg" border="0" alt="brazilny" title="Pelo menos a comida vale a pena." hspace="5" vspace="5" width="820" height="553" align="left" /><br />
<img class="multithumb" src="images/stories/nr365_0027.jpg" border="0" alt="brazilny" title="Ah, a famosa criatividade do brasileiro..." hspace="5" vspace="5" width="820" height="553" align="top" /><br />
<img class="multithumb" src="images/stories/nr365_0031.jpg" border="0" alt="brazilny" title="E a capoeira, claro..." hspace="5" vspace="5" width="820" height="553" align="top" /></p>
<p></p>
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		<title>Katrina, um ano</title>
		<link>http://narua.org/2006/08/27/katrina-um-ano/</link>
		<comments>http://narua.org/2006/08/27/katrina-um-ano/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 01:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ano atr&#225;s, no final de agosto, eu me prendia &#224; TV para acompanhar a trajet&#243;ria de um dos piores desastres naturais da hist&#243;ria dos Estados Unidos, o furac&#227;o Katrina. Pelo menos 10 canais de TV mostravam imagens e antecipavam a trag&#233;dia. E eu acompanhava, 24h por dia, o caminho devastador da tempestade, que come&#231;ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano atr&aacute;s, no final de agosto, eu me prendia &agrave; TV para acompanhar a trajet&oacute;ria de um dos piores desastres naturais da hist&oacute;ria dos Estados Unidos, o furac&atilde;o Katrina. Pelo menos 10 canais de TV mostravam imagens e antecipavam a trag&eacute;dia. E eu acompanhava, 24h por dia, o caminho devastador da tempestade, que<br />
come&ccedil;ou assustando de leve os j&aacute; calejados moradores da Fl&oacute;rida, e<br />
seguiu para o Golfo do M&eacute;xico at&eacute; bater &agrave;s portas de New Orleans no dia<br />
29.</p>
<p><span id="more-12"></span><br />Lembro que conversava com minha namorada sobre as previs&otilde;es desastrosas<br />
do Katrina, de como New Orleans seria praticamente riscada do mapa, e de como nossos planos de visitar a cidade &#8211; antigo sonho musical de ambos &#8211; teriam que ser adiados por alguns anos. Lembro das express&otilde;es dos moradores, que pareciam n&atilde;o ter muita no&ccedil;&atilde;o do que vinha pela frente, mesmo estando nas TVs e jornais do mundo todo. Era como se estiv&eacute;ssemos assistindo a um daqueles filmes de cat&aacute;strofe, em que sabemos o que est&aacute; para acontecer antes dos personagens, e torcemos para que o mocinho salve a mulher e o filho em perigo. O problema &eacute; que o tal mocinho era na verdade o vil&atilde;o.</p>
<p>O furac&atilde;o Katrina foi o segundo maior choque que a cultura americana tomou nesse in&iacute;cio de s&eacute;culo, depois, &eacute; claro, dos ataques de 11 de Setembro. As compara&ccedil;&otilde;es s&atilde;o inevit&aacute;veis, e a principal diferen&ccedil;a &eacute; que, enquanto nos atentados foi f&aacute;cil apontar um culpado e despejar bombas sobre ele, no caso do furac&atilde;o, as bombas teriam que cair sobre o pr&oacute;prio umbigo.</p>
<p>Muito j&aacute; foi falado e muitos culpados j&aacute; foram apontados, e se hoje ainda resta alguma d&uacute;vida, &eacute; s&oacute; prestar aten&ccedil;&atilde;o nas cicatrizes para ver quem fez e quem n&atilde;o fez o seu papel nesses 365 dias. Enquanto a popula&ccedil;&atilde;o se virou para reerguer a cidade, na medida do poss&iacute;vel, o governo preferiu continuar brincando com seus tabuleiros, empurrando suas pe&ccedil;as para todos os cantos, menos para o seu pr&oacute;prio.</p>
<p>Como sempre, um ano depois chovem textos, especiais de TV, ensaios fotogr&aacute;ficos. O que me fez escrever isso hoje e entrar na onda foi um especial da <a href="http://www.nytimes.com/pages/magazine/index.html?adxnnl=1&amp;adxnnlx=1156713110-bO6hYkTuoSVG1Y2TDDYw1A" title="The New York Times Magazine">revista do New York Times</a> de hoje. Se souber ingl&ecirc;s, leia; se n&atilde;o, as fotos s&atilde;o suficientes.</p>
<p></p>
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		<item>
		<title>Bem-vindos!</title>
		<link>http://narua.org/2006/08/20/bem-vindos/</link>
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		<pubDate>Sun, 20 Aug 2006 21:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[De tempos em tempos sinto a necessidade de fazer uma faxina geral, mudar os m&#243;veis de lugar. N&#227;o seria diferente com este site, que, de certa forma, tem sido minha casa pelos &#250;ltimos 4 anos. Como uma crian&#231;a sapeca que vai crescendo mas nunca deixa de sonhar, nunca abandona a curiosidade infantil. N&#227;o sei se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
De tempos em tempos sinto a necessidade de fazer uma<br />
faxina geral, mudar os m&oacute;veis de lugar. N&atilde;o seria diferente com este<br />
site, que, de certa forma, tem sido minha casa pelos &uacute;ltimos 4 anos.<br />
Como uma crian&ccedil;a sapeca que vai crescendo mas nunca deixa de sonhar,<br />
nunca abandona a curiosidade infantil. N&atilde;o sei se as compara&ccedil;&otilde;es s&atilde;o<br />
adequadas, mas &eacute; assim que vejo. No fundo, essas mudan&ccedil;as refletem<br />
mudan&ccedil;as na minha pr&oacute;pria personalidade, ou no jeito que vejo as<br />
coisas. O que come&ccedil;ou como uma <a href="http://www.narua.blogger.com.br" target="_blank">brincadeira</a> para mostrar as fotos para os amigos virou uma esp&eacute;cie de <a href="http://narua.org/blog" target="_blank">di&aacute;rio</a> e depois quis voar mais alto. 
</p>
<p><span id="more-6"></span>
<div align="justify">
<br />
&Eacute; mais ou menos como o enigma Tostines: o site cresce porque eu cres&ccedil;o e eu cres&ccedil;o porque fa&ccedil;o ele crescer. Come&ccedil;o a pensar que a fotografia &eacute; mais do que um hobby para mim, e<br />
preciso de uma v&aacute;lvula de escape, ou uma daquelas chaleiras com apito,<br />
sabe? Esse, portanto, &eacute; o tal apito, uma voz com a qual eu digo ao<br />
mundo porque estou aqui e o que me faz seguir em frente. Pra ser<br />
sincero, &eacute; tamb&eacute;m uma forma de auto-cobran&ccedil;a, como se eu tivesse agora<br />
uma responsabilidade maior em produzir, deixar a chaleira apitar. Ent&atilde;o<br />
aproveitem, visitem, divulguem, concordem, discordem, ou at&eacute; ignorem se<br />
acharem mesmo que n&atilde;o tem nada a ver.
</div>
<p align="justify">
<br />
Fiquei meio em d&uacute;vida no in&iacute;cio se colocava mesmo o subt&iacute;tulo<br />
&quot;Fotografia + Consci&ecirc;ncia&quot;, com medo de soar pretensioso. N&atilde;o quero<br />
dizer que o s&oacute; o meu trabalho tem consci&ecirc;ncia. &Agrave;s vezes nem sei se tem<br />
alguma. Mas minha id&eacute;ia aqui &eacute; criar um espa&ccedil;o para essa fotografia na<br />
qual eu acredito: compromissada &#8211; mas n&atilde;o partid&aacute;ria &#8211; respeitosa,<br />
sincera e otimista. O resultado &eacute; o tempo quem vai determinar. No<br />
fundo, &eacute; mais um retrato do mundo particular em que vivo, e &eacute; minha<br />
forma de compartilh&aacute;-lo. Se soa pretensioso achar que isso pode ser de<br />
interesse geral, prefiro lan&ccedil;ar os dados e ver no que d&aacute;.
</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">
<br />
Sem mais papo furado, vamos ao que interessa. Algumas se&ccedil;&otilde;es ainda est&atilde;o escondidas por falta de conte&uacute;do, mas a id&eacute;ia &eacute; publicar hist&oacute;rias, entrevistas, um pouco de cr&iacute;tica fotogr&aacute;fica, not&iacute;cias do mundo fotogr&aacute;fico e do mundo ativista, al&eacute;m de duas se&ccedil;&otilde;es mais pessoais &#8211; blog e 365. Blog, do ingl&ecirc;s <em>weblog</em>, &eacute; uma esp&eacute;cie de di&aacute;rio, como j&aacute; se sabe. A outra, 365, &eacute; uma promessa que espero cumprir, de publicar uma imagem por dia, como um di&aacute;rio visual. Tamb&eacute;m penso em convidar pessoas cujo trabalho tenha algo a ver com o tema deste site a participarem com fotos e/ou texto.
</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">
<br />
Nota importante: praticamente todas as fotos s&atilde;o ampli&aacute;veis, ou seja, o leitor clica na foto e ela abre em tela cheia, para melhor visualiza&ccedil;&atilde;o.
</p>
<div align="justify">
</div>
<p align="justify">
<br />
Acho que &eacute; isso, ou talvez j&aacute; seja explica&ccedil;&atilde;o demais. A porta est&aacute; aberta e basta limpar um pouco os p&eacute;s antes de entrar, porque a casa &eacute; modesta mas &eacute; limpinha. O tapete diz &quot;bem-vindos&quot;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fotos da Maratona de NY 2005</title>
		<link>http://narua.org/2006/08/20/fotos-da-maratona-de-ny-2005/</link>
		<comments>http://narua.org/2006/08/20/fotos-da-maratona-de-ny-2005/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Aug 2006 12:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[E eis que, organizando a bagun&#231;a do quarto, encontro alguns rolos de filmes ainda n&#227;o revelados, porque na &#233;poca o dinheiro era curto at&#233; pra isso. Curioso pra saber o que se esconde naqueles pequenos rolos, corro at&#233; o laborat&#243;rio. Mas meu prazer, claro, fica para o dia seguinte, como se a ansiedade fosse pouca. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
<img class="homethumb" src="images/stories/thumbs/thumb_nymarat05.jpg" border="0" alt="thumb_nymarat05" title="thumb_nymarat05" hspace="5" vspace="5" width="101" height="101" align="left" />E eis que, organizando a bagun&ccedil;a do quarto, encontro alguns rolos de filmes ainda n&atilde;o revelados, porque na &eacute;poca o dinheiro era curto at&eacute; pra isso. Curioso pra saber o que se esconde naqueles pequenos rolos, corro at&eacute; o laborat&oacute;rio. Mas meu prazer, claro, fica para o dia seguinte, como se a ansiedade fosse pouca. A seguir, a primeira das surpresas: fotos da Maratona de Nova York 2005.
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E eis que, organizando a bagun&ccedil;a do quarto, encontro<br />
alguns rolos de filmes ainda n&atilde;o revelados, porque na &eacute;poca o dinheiro<br />
era curto at&eacute; pra isso. Curioso pra saber o que se esconde naqueles<br />
pequenos rolos, corro at&eacute; o laborat&oacute;rio. Mas meu prazer, claro, fica<br />
para o dia seguinte, como se a ansiedade fosse pouca. A seguir, a<br />
primeira das surpresas: fotos da Maratona de Nova York 2005.&nbsp;
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&Eacute; interessante como essas coisas funcionam por aqui. A simples<br />
realiza&ccedil;&atilde;o da Maratona, um evento mundialmente famoso, faz &quot;pipocarem&quot;<br />
eventos locais, como o show dessa orquestra, a uma quadra do lugar em<br />
que eu morava.</p>
<p>
<img class="multithumb" src="images/stories/nymarat06.jpg" border="0" alt="nymarat" title="A &quot;steel &amp; brass orchestra&quot; faz a trilha sonora local, enquanto a maratona passa" hspace="5" vspace="5" width="800" height="540" align="left" /><br />
<img class="multithumb" src="images/stories/nymarat05.jpg" border="0" alt="nymarat" title="Auto-explicativa" hspace="5" vspace="5" width="800" height="540" align="top" /><br />
<img class="multithumb" src="images/stories/nymarat02.jpg" border="0" alt="nymarat" title="A inten&ccedil;&atilde;o era criar uma rela&ccedil;&atilde;o de significados entre o movimento dos atletas, a pose fixa dos policiais e o sinal de Pare. Precisava explicar?" hspace="5" vspace="5" width="800" height="540" align="left" /><br />
<img class="multithumb" src="images/stories/nymarat03.jpg" border="0" alt="nymarat" title="Hora de trabalhar" hspace="5" vspace="5" width="800" height="540" align="top" /></p>
<p>
</p>
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Mas, como sempre, o que me interessa mesmo &eacute; o entorno, o que vem antes<br />
e depois, o rastro desse evento gigantesco. Uma marca nem muito limpa,<br />
pelo que se pode ver.
</div>
<p></p>
<p>
<img class="multithumb" src="images/stories/nymarat01.jpg" border="0" alt="nymarat" title="E acabou..." hspace="5" vspace="5" width="800" height="540" align="left" /><br />
<img class="multithumb" src="images/stories/nymarat04.jpg" border="0" alt="nymarat" title="O rastro da maratona" hspace="5" vspace="5" width="800" height="540" align="top" /></p>
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		<title>Mudança</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Aug 2006 11:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Não, isso aqui não está parado, abandonado, às moscas. No caso, mosca na verdade me leva a outra palavra: metamorfose. Esse site, projeto, ou o que quer que seja, está se transformando. De tempos&#8230; Não, isso aqui não está parado, abandonado, às moscas. No caso, mosca na verdade me leva a outra palavra: metamorfose. Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, isso aqui não está parado, abandonado, às moscas. No caso, mosca na verdade me leva a outra palavra: metamorfose. Esse site, projeto, ou o que quer que seja, está se transformando. De tempos&#8230;<br /><span id="more-17"></span>
<p>Não, isso aqui não está parado, abandonado, às moscas. No caso, mosca na verdade me leva a outra palavra: metamorfose. Esse site, projeto, ou o que quer que seja, está se transformando. De tempos em tempos as idéias mudam um pouco e eu resolvo mudar tudo de uma vez. Dá pra dizer que a criança está crescendo, mas sem nunca perder o olhar curioso de moleque. Confiram a nova cara, nova forma, novo tudo e digam o que acham.</p>
<p>+ <a title="narua.org" href="http://narua.org/">www.narua.org</a></p>
<p>+ <a title="paulofehlauer.com" href="http://paulofehlauer.com">www.paulofehlauer.com</a></p>
<p>Aproveitem pra deixar suas impressões, mesmo as mais banais, e avisar de quaisquer erros ou problemas. A tal &#8220;metamorfose&#8221; ainda está em processo, como sempre, talvez, mas em breve eu pego o ritmo e as atualizações serão mais freqüentes.</p>
<p>Mais uma vez, obrigado a todos os que me acompanham por aqui.</p>
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