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	<title>NA RUA &#187; Fotografia</title>
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	<description>paulo fehlauer, na terceira pessoa do plural.</description>
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		<title>Leminski com guaraná</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[acordei bemol tudo estava sustenido sol fazia só não fazia sentido. não fosse isso e era menos não fosse tanto e era quase o clouse-up do souvenir o ersatz do harakiri o marketing de pindorama tudo dito, nada feito, fito e deito]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>acordei bemol<br />
tudo estava sustenido<br />
sol fazia<br />
só não fazia sentido.</p></blockquote>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://flickr.com/photos/streetlife/2780944665/"><img title="Curiosidade" src="http://farm4.static.flickr.com/3148/2780944665_686de29c26.jpg" alt="César Cielo, transformado em herói nacional, chega a São Paulo. No Clube Pinheiros, de um lado do vidro, herói, políticos, imprensa; do outro, crianças, todas brancas, olhar atento, celular na mão. " width="500" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">César Cielo, transformado em herói nacional, chega a São Paulo. No Clube Pinheiros, de um lado do vidro, herói, políticos, imprensa; do outro, crianças, todas brancas, olhar atento, celular na mão.</p></div>
<blockquote><p>não fosse isso<br />
e era menos<br />
não fosse tanto<br />
e era quase</p></blockquote>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://flickr.com/photos/streetlife/2781803554/in/photostream/"><img title="Curiosidade" src="http://farm4.static.flickr.com/3121/2781803554_14a4eafc63.jpg" alt="Junto às crianças, a mãe." width="500" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">Junto às crianças, a mãe.</p></div>
<blockquote><p>o clouse-up do souvenir<br />
o ersatz do harakiri<br />
o marketing de pindorama</p></blockquote>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://flickr.com/photos/streetlife/2781804080/in/photostream/"><img title="Cortejo" src="http://farm4.static.flickr.com/3046/2781804080_a1b40f777e.jpg" alt="O cortejo de motoboys segue o herói em peregrinação pelas ruas da cidade." width="500" height="334" /></a><p class="wp-caption-text">O cortejo de motoboys segue o herói em peregrinação pelas ruas da cidade.</p></div>
<blockquote><p>tudo dito,<br />
nada feito,<br />
fito e deito</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Salgado</title>
		<link>http://narua.org/2007/09/05/salgado/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Sep 2007 19:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Rápidas]]></category>
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		<category><![CDATA[sebastião]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa merece mais do que apenas um link. O Times Online, do jornal britânico The Times, publicou uma bela entrevista com Sebastião Salgado. Além da entrevista, o site incluiu um slideshow com fotos do último trabalho do fotógrafo, In Principio, sobre o mundo do café, patrocinado pela italiana Illy. Nem precisa falar da qualidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa merece mais do que apenas um link. O <a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/global/" target="_blank" title="Times Online">Times Online</a>, do jornal britânico The Times, publicou uma <a href="http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/visual_arts/article2386139.ece" target="_blank" title="Sebastião Salgado">bela entrevista com Sebastião Salgado</a>. Além da entrevista, o site incluiu um slideshow com fotos do último trabalho do fotógrafo, In Principio, sobre o mundo do café, patrocinado pela italiana Illy. Nem precisa falar da qualidade do depoimento e das imagens. É só conferir, mas apenas em inglês. Ah, aproveite a visita e veja as brincadeiras warholianas de Banksy, na coluna lateral do site.</p>
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		<title>Dia da Fotografia</title>
		<link>http://narua.org/2007/08/19/dia-da-fotografia/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Aug 2007 04:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[metapapo]]></category>
		<category><![CDATA[Rápidas]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é dia 19 de agosto, Dia Mundial da Fotografia. Celebra-se hoje o anúncio, em 1839, da criação do daguerreótipo, pelo francês Louis M. Daguerre. Como no caso do avião, há controvérsias, e o Brasil está no meio mais uma vez. Um outro francês, Hercules Florence, teria criado um processo semelhante, usando pela primeira vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é dia 19 de agosto, <strong>Dia Mundial da Fotografia</strong>. Celebra-se hoje o anúncio, em 1839, da criação do daguerreótipo, pelo francês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Jacques_Mand%C3%A9_Daguerre" target="_blank" title="Wikipedia">Louis M. Daguerre</a>. Como no caso do avião, há controvérsias, e o Brasil está no meio mais uma vez. Um outro francês, <a href="http://360graus.terra.com.br/expedicoes/default.asp?did=9693&amp;action=reportagem" target="_blank" title="Terra 360">Hercules Florence</a>, teria criado um processo semelhante, usando pela primeira vez a palavra fotografia, aqui no Brasil, em 1832.</p>
<p><span id="more-268"></span>Quem sustenta a tese é o professor da ECA-USP <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4787935J3" target="_blank" title="Currículo Lates">Boris Kossoy</a>, que luta há anos para que Florence seja reconhecido fora do país. O que realmente importa, no entanto, é que já se vão quase 170 anos desde que começamos a brincar com a luz. Quer dizer, a brincadeira começou muito antes, mas essa já é outra história. Parabéns à photographia!</p>
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		<title>Quatro Dias de Inspiração</title>
		<link>http://narua.org/2007/07/26/quatro-dias-de-inspiracao/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2007 04:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[queens]]></category>

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		<description><![CDATA[O melhor kebab (foto) fora da Ásia está, com quase certeza, em Queens, Nova York. O mesmo vale para a melhor samosa fora da Índia, a melhor enchilada fora do México, a lista é longa. Últimas fotos de Nova York, pelo menos por enquanto. Na minha última semana em NY, participei do PhotoCamp, um projeto fascinante da revista National Geographic. Confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://narua.org/new/2007/07/26/quatro-dias-de-inspiracao/shish-kebob-2/" rel="attachment wp-att-241" title="Shish Kebob"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/07/nrqueens-23-capa3.jpg" alt="Shish Kebob" /></a></p>
<p><em>*** Note to my friends from PhotoCamp: these photos are dedicated to all of you. The image on the left links to a special &#8220;behind the scenes&#8221; slideshow, whereas the one on the right links to my &#8220;personal approach&#8221; to the neighborhood.<br />
Check it out!!!</em></p>
<p>O melhor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kebab" target="_blank" title="Kebab"><em>kebab</em></a> (foto) fora da Ásia está, com quase certeza, em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Queens" target="_blank" title="Queens">Queens</a>, Nova York. O mesmo vale para a melhor <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Samosa" target="_blank" title="Samosa"><em>samosa</em></a> fora da Índia, a melhor <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Enchilada" target="_blank" title="Enchilada"><em>enchilada</em></a> fora do México, a lista é longa. Últimas fotos de Nova York, pelo menos por enquanto. Ironicamente, são fotos de uma região que eu havia visitado pouco.</p>
<p>Queens é a região mais etnicamente diversa dos Estados Unidos, talvez do mundo. Nos meus últimos dias na cidade, para fechar com chave de ouro a temporada americana, participei de um projeto fascinante da revista <a href="http://nationalgeographic.com/" target="_blank" title="National Geographic">National Geographic</a>, o <a href="http://nationalgeographic.com/photocamp/" target="_blank" title="PhotoCamp">PhotoCamp</a>. Basicamente, ensinávamos a adolescentes um pouco de técnica fotográfica, e em seguida saíamos pelas ruas &#8220;capturando momentos&#8221;.</p>
<p>O projeto viaja a diversas cidades dos Estados Unidos todos os anos, dando a jovens de comunidades relativamente carentes a oportunidade de registrarem o lugar onde vivem. Mais do que isso, eles aprendem a observar atentamente o mundo à sua volta, de uma forma que nunca haviam imaginado.</p>
<p>A edição Queens do PhotoCamp teve a participação do fotógrafo <a href="http://edkashi.com/" target="_blank" title="Ed Kashi">Ed Kashi</a>, das editoras da National Geographic Karine Aigner e Laura Lakeway, de uma equipe de professores e assistentes (na qual me incluo), além de 19 alunos da <a href="http://insideschools.org/fs/school_profile.php?id=1098" target="_blank" title="Newcomers HS">Newcomers High-School</a>, uma escola pública criada especialmente para atender jovens que moram no país há menos de um ano.</p>
<p>Melhor do que apenas ler algumas palavras é ver um pouco de como foi essa experiência. Seguem dois slideshows que contam um pouco dessa história. À esquerda, bastidores; à direita, o meu olhar sobre a região.</p>
<p><a href="http://narua.org/new/slides/photocamp/index.html" onclick="window.open('http://narua.org/new/slides/photocamp/index.html','pcamp1','width=640,height=540,left='+(screen.availWidth/2-320)+',top='+(screen.availHeight/2-270)+'');return false;"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/07/photocamp-0401.jpg" alt="PhotoCamp" /></a>      <a href="http://narua.org/new/slides/queens.swf" onclick="window.open('http://narua.org/new/slides/queens.swf','queens1','width=800,height=600,left='+(screen.availWidth/2-400)+',top='+(screen.availHeight/2-300)+'');return false;"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/07/nrqueens-21-sq1.jpg" alt="Queens, NY." /></a><br class="webkit-block-placeholder" /></p>
<p>P.S.: O PhotoCamp começou recentemente a expandir sua atuação para o mundo. México e Uganda já tiveram os seus. A próxima edição internacional tem grandes chances de ser realizada aqui no Brasil. As conversas já estão avançando, e só depende do interesse de alguma organização em sediar o evento. Nem preciso falar que já aguardo <a href="mailto:narua@narua.org" target="_blank" title="Contato">contato</a>.</p>
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		<title>Saudades de NY</title>
		<link>http://narua.org/2007/07/16/saudades-de-ny/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2007 07:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[americana]]></category>
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		<description><![CDATA[Não faz nem uma semana que cheguei e já fui ao Starbucks. Tive que voltar o olhar duas vezes até me dar conta de que já estava no Brasil. O equivalente a 'saudade' em inglês é dizer "miss", algo como "sinto a falta de". Para eles, saudade é uma mera falta, seja de uma pessoa querida ou da chave do carro; para nós, é um substantivo. Mas eles não deixam de estar corretos, e nos poucos dias que já passei aqui já percebi que a saudade que vou sentir de Nova York é a falta que vou sentir das pequenas diferenças.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://narua.org/new/2007/07/16/saudades-de-ny/saudades/" title="Saudades" rel="attachment wp-att-230"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/07/nrsaudades-capa.jpg" alt="Saudades" /></a></p>
<p>Não faz nem uma semana que cheguei e já fui ao <a href="http://www.starbucks.com" target="_blank">Starbucks</a>. Tive que voltar o olhar duas vezes até me dar conta de que já estava no Brasil. O equivalente a &#8220;saudade&#8221; em inglês é dizer &#8220;<em>miss</em>&#8220;, algo como &#8220;sinto a falta de&#8221;. Para eles, saudade é uma mera falta, seja de uma pessoa querida ou da chave do carro; para nós, é um substantivo. Mas eles não deixam de estar corretos, e nos poucos dias que já passei aqui já percebi que a saudade que vou sentir de Nova York é a falta que vou sentir das pequenas diferenças.</p>
<p>Esse texto ainda vai crescer, mas estava ansioso para colocar no ar uma seleção de memórias fotográficas. O slideshow abaixo não é necessariamente um <em>best of</em>, mas uma coleção de momentos e imagens que, na minha cabeça, contam um pouco dos quase dois anos que passei por lá. Confira! Clique na foto abaixo para ver a apresentação.</p>
<p><a href="http://narua.org/new/slides/saudades.swf" onclick="window.open('http://narua.org/new/slides/saudades.swf','saudade','width=800,height=600,left='+(screen.availWidth/2-400)+',top='+(screen.availHeight/2-300)+'');return false;"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/07/nrsaudades-37-small2.jpg" alt="Merry Xmas!" /></a></p>
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		<title>A &#8216;revolução&#8217; da Kodak</title>
		<link>http://narua.org/2007/07/04/a-revolucao-da-kodak/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2007 07:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pouco tempo atrás, reclamei da poluição causada pela fábrica da Kodak. Ironia: acabo de ver na TV que a empresa implodiu parte de seu complexo em Rochester, norte do estado de Nova York (confira vídeo no final do artigo). Os dois prédios implodidos eram dedicados à produção de filmes. A Kodak colocou uma gigantesca faixa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco tempo atrás, <a href="http://narua.org/new/2006/11/13/o-lado-mau-da-fotografia-um-deles/" title="Kodak e a poluição" target="_blank">reclamei</a> da poluição causada pela fábrica da Kodak. Ironia: acabo de ver na TV que a empresa <a href="http://tomhoehn.1000words.kodak.com/default.asp?item=635313" title="A 1000 words - Building Implosion - Not an average day at the office" target="_blank">implodiu</a> parte de seu complexo em Rochester, norte do estado de Nova York (confira vídeo no final do artigo). Os dois prédios implodidos eram dedicados à produção de filmes. <span id="more-226"></span>A Kodak colocou uma gigantesca faixa em frente ao edifício, anunciando sua nova linha de impressoras. Isso mostra um pouco para onde a empresa (e a fotografia) anda.O dia foi chamado de &#8220;um lindo dia para uma revolução&#8221;. É até patético para a Kodak, empresa que um dia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kodak" title="Artigo sobre a Kodak na Wikipedia" target="_blank">revolucionou</a> de verdade o mundo da fotografia, usar a mesma palavra para este evento. Mas a decisão não deixa de ter significado, e deve ter sido dolorosa para os saudosistas. Acho que o filme ainda vai longe, mas provavelmente se transformará em item de colecionador, peça de museu, como o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Daguerre%C3%B3tipo" title="Daguerreótipo" target="_blank">daguerreótipo</a>, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_de_vinil" title="Long Play" target="_blank">LP</a> e o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fusca" title="Ok, sacanagem colocar o fusca nessa lista." target="_blank">fusca</a>. Agora, voltando à poluição, tem gente <a href="http://www.enn.com/today.html?id=9329" target="_blank">comemorando</a>, e não dá pra negar que faz sentido, mas com tanta energia consumida e tanta bateria no lixo, só pra citar alguns, não acho que haja motivo para tanto otimismo.[youtube vW05-Ml4k2g]</p>
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		<title>Interview: Ed Kashi, photographer.</title>
		<link>http://narua.org/2006/11/15/interview-ed-kashi-photographer/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 23:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[***Check out soon: Interview with Brian Storm, founder of multimedia production company MediaStorm *** Se você chegou aqui procurando o texto em português, clique aqui *** I met Ed Kashi at National Geographic Photocamp 2007, in New York City, when I worked as an assistant. Ed is a National Geographic Magazine photographer, and he also [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/11/kashi-capa1.jpg" alt="Ed Kashi" /></p>
<div style="padding: 10px; background-color: #ffffff; color: #000000"><em> </em><em> </em></p>
<p><em>***Check out soon: Interview with Brian Storm, founder of multimedia production company <a href="http://mediastorm.org" target="_blank" title="MediaStorm">MediaStorm</a> *** Se você chegou aqui procurando o texto em português, <a href="http://narua.org/new/2007/11/16/entrevista-ed-kashi-fotografo/">clique aqui</a> ***</em></p>
<p>I met <a href="http://www.edkashi.com" target="_blank" title="Ed Kashi">Ed Kashi</a> at <a href="http://photography.nationalgeographic.com/photography/photocamp" target="_blank" title="Photocamp">National Geographic Photocamp 2007</a>, in New York City, when I worked as <a href="http://narua.org/new/2007/07/26/quatro-dias-de-inspiracao/" target="_blank" title="narua.org">an assistant</a>. Ed is a  <a href="http://www.nationalgeographic.com/" target="_blank" title="National Geographic">National Geographic Magazine</a> photographer, and he also has a very solid personal work whick I already knew before I met him.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/1515998549/" class="tt-flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2230/1515998549_3fc99fd174_m.jpg" style="padding: 5px 0px 5px 10px; float: right" alt="photocamp-004.jpg" border="0" height="160" width="240" /></a></p>
<p>&#8220;<a href="http://www.talkingeyesmedia.org/aging_book.php" target="_blank" title="Talking Eyes Media">Aging In America</a>&#8220;, for example, is a project he made on the theme of aging and health care in his own country. It took him 8 years to finish the project, that became a <a href="http://www.amazon.com/Aging-America-Years-Ed-Kashi/dp/1576871932" target="_blank" title="Amazon.com">book</a> in 2003. He also turned this project into photo essays for <a href="http://www.talkingeyesmedia.org/aging_published.php" target="_blank" title="Talking Eyes Media">magazines</a>, a <a href="http://www.msnbc.com/modules/flash_mediateam/aging_2003_launch/" target="_blank" title="MSNBC.com">multimedia series</a> on <a href="http://www.msnbc.com" target="_blank" title="MSNBC.com">MSNBC.com</a>, <a href="http://www.talkingeyesmedia.org/aging_exhibition.php" target="_blank" title="Talking Eyes Media">exhibitions</a>, and a <a href="http://www.talkingeyesmedia.org/aging_film.php" target="_blank" title="Talking Eyes Media">film</a>, that was screened on film festivals across the country.</p>
<p>He also made a very interesting project on Kurdistan, in Iraq. Besides the traditional media, this project was also edited into a &#8220;<a href="http://www.mediastorm.org/0011.htm" target="_blank" title="MediaStorm"><em>web-flipbook</em></a>&#8220;. The piece was made by <a href="http://www.mediastorm.org" target="_blank" title="MediaStorm">MediaStorm</a>, and published on MSNBC.com. It also generated an interesting <a href="http://www.lightstalkers.org/ed_kashi_s__flip_book__multimedia_technique" target="_blank" title="Lightstalkers">discussion</a> in the PJ field.</p>
<p>Now, here we go&#8230; Ed Kashi, for narua.org.</p>
<hr size="2" width="100%" />
<p>&nbsp;</p>
<p><em>First of all, I&#8217;d like to ask you to speak briefly about your work, how you started, what moved you into photojournalism, and what keeps moving you now.</em></p>
<p>ED KASHI: I BEGAN MY CAREER IN SAN FRANCISCO AFTER GRADUATING FROM SYRACUSE UNIVERSITY WITH A DEGREE IN PHOTOJOURNALISM, WHICH WAS RARE IN 1979. INITIALLY I WORKED FOR LOCAL CLIENTS DOING PORTRAITS AND COVERING EVENTS, BUT I WAS ALWAYS PUSHING MY GROWTH THROUGH PERSONAL WORK AND WITHIN A FEW YEARS BEGAN WORKING FOR NATIONAL MAGAZINES, TRAVELING AND MOVING FORWARD PROFESSIONALLY. BUT IT WASN&#8217;T UNTIL I BEGAN A PERSONAL PROJECT IN NORTHERN IRELAND IN 1988 THAT MY WORK BEGAN TO DEVELOP IN THE DIRECTION AND QUALITIES THAT I BECAME A PHOTOGRAPHER FOR. I ALWAYS WANTED TO BE A STORYTELLER, DO IN DEPTH REPORTING AND CREATE INTIMATE BODIES OF WORK ABOUT SOCIAL AND POLITICAL ISSUES. THIS KIND OF ENGAGEMENT IS WHAT MAKES ME FEEL ALIVE.</p>
<p><em>Ed, you&#8217;ve been been experiencing new formats for publishing your work, specially through the internet, as we&#8217;ve seen on MSNBC and MediaStorm websites, for example. We&#8217;ve also seen your work being screened on TV and film festivals, which seems quite unusual for a still photographer. However, I&#8217;ve read about professionals complaining of having to do a job that&#8217;s not their specialty, and others saying &#8220;photojournalism is dead&#8221;. It is also a fact that the magazine tradition on long-term photojournalistic essays has shrunk. Based on this, I have a few questions I&#8217;d like to ask you:</em></p>
<p><em>What made you start playing with these different formats? What attracted you?</em></p>
<p>EK: I BEGAN WORKING WITH VIDEO IN 2000, IN THE MIDST OF MY 8 YEAR PROJECT ENTITLED AGING IN AMERICA. I FELT IT WAS TIME TO START CAPTURING THE VOICES OF MY SUBJECTS SO THE LAYERS OF MEANING IN AND AROUND MY IMAGES WOULD BECOME RICHER. FROM THERE I THEN BEGAN COLLABORATIONS WITH WEBSITES, SO MY SENSE OF SHOOTING STILLS FOR SEQUENCES DEVELOPED AS WELL.</p>
<p><em>How has the internet and, broadly, technology changed the way you work on a daily basis? Has your bag become heavier, loaded with more equipment?</em></p>
<p>EK: MY BAG HAS BECOME LIGHTER WITH PHOTO GEAR AND WITHOUT FILM, BUT A NEW BAG IS JUST AS HEAVY AND EVEN MORE EXPENSIVE, FILLED WITH THE HARDWARE FOR DIGITAL PHOTOGRAPHY. HAVING THE INTERNET AS A DISTRIBUTION TOOL HAS REVOLUTIONIZED WHAT I DO AND ALLOWED ME TO REACH MORE PEOPLE AND DIFFERENT AUDIENCES AS WELL. IT HAS ALSO ALLOWED ME TO INVOLVE MORE OF MY WORK, AS THE SPACE AVAILABLE ON THE WEB IS NOT AS RESTRICTED AS IN PRINT.</p>
<p><em>I listened to the <a href="http://www.mulita.com/blog/?p=34" target="_blank" title="George Jardine">podcast</a> George Jardine, from Adobe Inc., made with you recently, and you mentioned a story you experienced while covering the Hebron settlers. You said some of them had a printout of a webpage with your work and that they were mad at something you said in that piece. I&#8217;d like you to share some of your thoughts on this experience. How does the internet affect our sense of responsibility? Do you see any changes on the photographer&#8217;s role in the world due to this massive and global publishing and sharing of information the internet allows?</em></p>
<p>EK: WELL THAT EXPERIENCE IN THE WEST BANK SHOWED ME THAT THE WORLD IS A SMALLER PLACE AND YOU HAVE TO BE CAREFUL OF WHERE YOUR WORK GETS PUBLISHED AND WHO MIGHT SEE IT. IN THE PAST WE COULD TELL PEOPLE AROUND THE WORLD THAT OUR WORK WAS FOR OUTSIDE, SO THEY NEEDN&#8217;T WORRY ABOUT GETTING HURT AFTER WE LEFT. THAT HAS NOW CHANGED SO OUR RESPONSIBILITY IS EVEN GREATER TO OUR SUBJECTS, TO MAKE SURE WE DON&#8217;T HURT THEM BY MISTAKE. YET, WE MUST STILL DO WHAT WE DO, AND SOMETIMES IT&#8217;S IMPOSSIBLE TO AVOID OFFENDING OR ANGERING OUR SUBJECTS. THIS REFLECTS THE REALITY GAP IN OUR WORLD TODAY, WHICH IS FUELED BY ANCIENT PREJUDICES, LACK OF EDUCATION AND CULTURAL DIFFERENCES.</p>
<p><em>What do you think this format &#8211; audiovisual, interactive &#8211;  adds to the viewer&#8217;s experience?</em></p>
<p>EK: IT GIVES THE VIEWER A RICHER FEELING FOR THE SUBJECT WHILE ALSO BEING MORE ENGAGING. WHEN YOU CAN HAVE MUSIC, AMBIENT SOUND AND THE ACTUAL VOICES OF THE SUBJECTS, THE AUDIENCE GETS A RICHER, MORE DETAILED AND NUANCED VERSION OF THAT REALITY&#8230;PLUS, MUSIC ALONE ADDS A DIMENSION THAT IS MAGICAL AND POWERFUL.</p>
<p><em>Where does the book format stand on this new era? Is it still relevant? And what about magazines?</em></p>
<p>EK: BOOKS ARE STILL VERY RELEVANT, BECAUSE THEY CONTINUE TO HAVE THE GREATEST VALUE AND IMPORTANCE. THEY ALSO POSSESS WHAT I LIKE TO CALL A &#8220;THINGNESS&#8221;, PLUS THE PERMANENCE OF IT AS AN OBJECT IN THE TANGIBLE WORLD. MAGAZINES ARE STILL VERY RELEVANT BUT THEIR PLACE AS A BUSINESS MODEL IS BEING SQUEEZED BY THE INTERNET AND VIDEOS.</p>
<p><em>What remains unique about still photography, despite all other media? What kind of &#8220;special power&#8221; does it have?</em></p>
<p>EK: THE POWER TO STOP YOU , MAKE YOU LISTEN, LOOK, MEDITATE, THINK&#8230;THINK&#8230; LIKE NO OTHER MEDIUM, SINCE IT CAN PROVIDE AN AESTHETIC AND ARTISTIC EXPERIENCE, BUT ALSO THE PHOTOGRAPH CONTAINS INFORMATION &#8211; INFORMATION THAT IS OFTEN LOOKED AT AS &#8220;FACT&#8221;.</p>
<p><em>&#8220;Aging in America&#8221;, your project on aging and health care, has been widely spread, on all sorts of vehicles, from a book to the TV, film festivals and the internet, since the day it was published, in 2003. Do you think the social impact of this work has been wider because of this massive distribution?</em></p>
<p>EK: I ABSOLUTELY SEE THE DOCUMENTARY FILM MULTIMEDIA WEBSITE AS THE MAIN REASONS FOR ITS WIDE DISTRIBUTION AND VISIBILITY&#8230;BUT WITHOUT THE BOOK THOSE OTHER VEHICLES MIGHT NOT HAVE HAPPENED OR BEEN GIVEN THE ATTENTION&#8230;THEY ARE ALL PART OF THE SYNERGISTIC WHOLE THAT IS NECESSARY IN TODAY&#8217;S WORLD IF YOU REALLY WANT TO GET YOUR MESSAGE AND PROJECT OUT THERE.</p>
<p><em>Has it become easier for young photographers to get their words (or their sights) out? Any advice?</em></p>
<p>EK: IT HAS GOTTEN HARDER IN THE CONVENTIONAL SENSE FOR YOUNGER PHOTOGRAPHERS TO GET THEIR WORK OUT THERE BUT WITH THE WEB, IT HAS NEVER BEEN EASIER TO PUT YOUR WORK OUT THERE IN A RELATIVELY INEXPENSIVE WAY AND HAVE THE OPPORTUNITY FOR MANY PEOPLE TO SEE IT.</p>
<p><em>There is a <a href="http://www.edkashi.com/blog/2007/09/kurdish-rap-song.html" target="_blank" title="Ed Kashi's Blog">post on your blog</a> where you mention a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=NnYSLGm8HT0" target="_blank" title="Youtube">Youtube video</a>, of a kurdish rapper who used some of your photos, as you said, without your permission. How do you deal with copyright issues like this one? It&#8217;s hard to keep track of where your photos end up being used, right? Does it change the way you think copyright? Should we think of a new kind of legislation?</em></p>
<p>EK: I DIDN&#8217;T DO ANYTHING ABOUT THAT VIOLATION AS IT WOULD BE TOO DIFFICULT TO POLICE. IN GENERAL I PUT FAITH THAT I WON&#8217;T GET RIPPED OFF TOO MUCH OR TOO MANY TIMES. IN A WAY IT&#8217;S AN HONOR TO HAVE MY WORK USED IN THIS FASHION BUT THIS KIND OF VIOLATION IS ONE OF THE PITFALLS OF THE DIGITAL AGE.</p>
<p><em>Is there an ongoing crisis on photojournalism, or is photojournalism dead, as many people say? Or the point is we haven&#8217;t yet really understood where we&#8217;re heading to?</em></p>
<p>EK: PHOTOJOURNALISM, IN TERMS OF THE PRODUCTION OF NEW WORK, HAS NEVER BEEN MORE ALIVE. WHAT IS DYING ARE THE VENUES FOR DISPLAYING THE WORK, BUT THAT IS WHY THE WEB IS SO IMPORTANT FOR THE CONTINUED GROWTH OF THIS VITAL PROFESSION AND BRANCH OF THE MEDIA.</p>
<p><em>Where are you heading to? Any new projects?</em></p>
<p>EK: I AM CONTINUING TO WORK ON PHOTO ESSAYS AND PROJECTS DRIVEN BY STILLS, BUT I CONTINUE TO BRANCH OUT INTO MULTIMEDIA PROJECTS AND I WANT TO CONTINUE TO COLLABORATE WITH MY WIFE, JULIE WINOKUR, ON DOCUMENTARY FILMS. THEY ARE REALLY ALL CONNECTED IN THE END OF THE DAY. I JUST FINISHED A PROJECT IN INDIA, WHICH WILL HAVE A VERY STRONG HDV COMPONENT FOR THE CREATION OF THE WEB SERIES THAT WILL ACCOMPANY THE MAGAZINE STORY.</p>
<p><em>Final thoughts?</em></p>
<p>EK: I JUST WANT TO CLARIFY THAT WITHOUT STILLS WE ALL JUST BECOME VIDEOGRAPHERS AND THAT IS ABSOLUTELY WANT I AND DEVOTING MYSELF TO AVOID. MY WORK WILL ALWAYS CELEBRATE AND BE BUILT UPON THE UNIQUE POWER OF STILL PHOTOGRAPHY.</p>
<p><em>Thank you.</em></div>
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		<title>O Lado Mau da Fotografia (um deles)</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 07:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Comentário]]></category>
		<category><![CDATA[contraditório]]></category>
		<category><![CDATA[news]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que trabalho num laboratório fotográfico, com toda aquela água desperdiçada e todo aquele material quí­mico despejado no esgoto, penso que essa é uma arte por si só contaminante. E agora descubro que uma das empresas que mais lança poluentes no ambiente no estado de Nova York é a&#8230; Kodak . E aí­, como ficamos? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que trabalho num laboratório fotográfico, com toda aquela água desperdiçada e todo aquele material quí­mico despejado no esgoto, penso que essa é uma arte por si só contaminante. E agora descubro que uma das empresas que <a href="http://www.scorecard.org/ranking/rank-facilities.tcl?how_many=100&amp;drop_down_name=Total+environmental+releases&amp;fips_state_code=36&amp;sic_2=All+reporting+sectors" target="_blank">mais lança poluentes</a>  no ambiente no estado de Nova York é a&#8230; <a href="http://www.kodakstoxiccolors.org/index.shtml" target="_blank">Kodak</a> . E aí­, como ficamos? Deixamos de lado o papel destrutivo que temos em nome da arte? Tem sempre alguém pra estragar&#8230;</p>
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		<title>Outono em Nova York</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2006 20:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[central-park]]></category>
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		<category><![CDATA[outono]]></category>

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		<description><![CDATA[Tirando o frio que comeï¿½a a pegar nessa ï¿½poca, o outono ï¿½ uma das melhores estaï¿½ï¿½es para se estar por aqui. As folhas passam do verde para o amarelo, laranja e vermelho, e a cidade explode em cores. Fui dar um passeio no Central Park essa semana. Dï¿½em uma olhada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="images/stories/thumbs/thumb_104.jpg" style="border: 1px none #666666; width: 102px; height: 102px; float: left" class="homethumb" alt="Outono" title="Outono" height="102" width="102" />Tirando o frio que comeï¿½a a pegar nessa ï¿½poca, o outono ï¿½ uma das melhores estaï¿½ï¿½es para se estar por aqui. As folhas passam do verde para o amarelo, laranja e vermelho, e a cidade explode em cores. Fui dar um passeio no Central Park essa semana. Dï¿½em uma olhada.</p>
<p><span id="more-194"></span></p>
<p><a href="index2.php?option=com_jce&amp;task=popup" onclick="window.open(this.href+'&#038;img=images/stories/365/nr365_103.jpg&#038;title=&#038;w=820&#038;h=553&#038;mode=1&#038;print=0&#038;click=1','','height=553,width=820,top=123.5,left=230,scrollbars=no,resizable=no');return false;" target="PopupImage"><img src="images/stories/low/nr365_103_low.jpg" style="margin: 5px; width: 550px; height: 371px" alt="Central Park, NY" title="Central Park" align="top" border="0" height="371" hspace="5" vspace="5" width="550" /></a></p>
<p><img src="images/stories/365/nr365_097.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="nr365_097" align="left" border="0" height="553" hspace="5" vspace="5" width="820" /><img src="images/stories/365/nr365_098.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="fall1" align="top" border="0" height="553" hspace="5" vspace="5" width="820" /></p>
<p><img src="images/stories/365/nr365_099.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="fall1" align="left" border="0" height="553" hspace="5" vspace="5" width="820" /><img src="images/stories/365/nr365_100.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="fall1" align="top" border="0" height="553" hspace="5" vspace="5" width="820" /><br />
<img src="images/stories/365/nr365_102.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="nr365_102" align="left" border="0" height="553" hspace="5" vspace="5" width="820" /><img src="images/stories/365/nr365_101.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="nr365_101" align="top" border="0" height="620" hspace="5" vspace="5" width="420" /><br />
<img src="images/stories/365/nr365_104.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="nr365_104" align="left" border="0" height="553" hspace="5" vspace="5" width="820" /><img src="images/stories/365/nr365_106.jpg" class="multithumb" alt="fall1" title="nr365_106" align="top" border="0" height="553" hspace="5" vspace="5" width="820" /></p>
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		<title>Annie Leibovitz</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2006 09:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia de encontrar a fotÃ³grafa Annie Leibovitz , mais um sÃ­mbolo de Nova York. Para divulgar o novo livro e exposiÃ§Ã£o &#8211; &#8220;Annie Leibovitz, A Photographer&#8217;s Life - 1990 &#8211; 2005&#8221; (A vida de uma fotÃ³grafa), Annie convocou seu pÃºblico para uma breve apresentaÃ§Ã£o, alÃ©m de uma noite de autÃ³grafos. Depois de ter visto o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="index2.php?option=com_jce&amp;task=popup" onclick="window.open(this.href+'&#038;img=images/stories/365/nr365_095.jpg&#038;title=Annie_Leibovitz&#038;w=820&#038;h=553&#038;mode=1&#038;print=0&#038;click=1','Annie_Leibovitz','height=553,width=820,top=123.5,left=230,scrollbars=no,resizable=no');return false;"><img src="images/stories/365/nr365_095.jpg" alt="Annie Leibovitz" title="Annie Leibovitz" align="top" border="0" height="371" hspace="5" vspace="5" width="550" /></a></p>
<p>Dia de encontrar a fotÃ³grafa <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Annie_Leibovitz" target="_blank">Annie Leibovitz</a> , mais um sÃ­mbolo de Nova York. Para divulgar o novo livro e exposiÃ§Ã£o &#8211; <em>&#8220;Annie Leibovitz, A Photographer&#8217;s Life</em> <em>- 1990 &#8211; 2005</em>&#8221; (A vida de uma fotÃ³grafa), Annie convocou seu pÃºblico para uma breve apresentaÃ§Ã£o, alÃ©m de uma noite de autÃ³grafos. Depois de ter visto o livro, num relance extasiado, em uma livraria, e de ter se deleitado com a exposiÃ§Ã£o, nÃ£o poderia perder essa oportunidade.</p>
<p><span id="more-191"></span><br />
Mais do que um imenso livro de fotografia, daqueles feitos pra se<br />
deixar na mesa da sala e impressionar os visitantes, esse livro Ã©<br />
exatamente o que o tÃ­tulo diz: a vida de uma fotÃ³grafa. Ela teve a<br />
coragem de abrir a sua vida para o pÃºblico &#8211; a amizade profunda com a<br />
escritora <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Susan_Sontag" target="_blank">Susan Sontag</a> , a relaÃ§Ã£o com a famÃ­lia e principalmente com a<br />
mÃ£e (na foto acima), o mundo glamoroso de Hollywood, as capas da revista <a href="http://www.rollingstone.com" target="_blank">Rolling Stone</a> ,<br />
onde ela teve todas as portas abertas, e as viagens nem sempre<br />
prazerosas pelo mundo.</p>
<p>A obra Ã© totalmene pessoal. EstÃ£o no livro fotos Ã­ntimas de sua<br />
famÃ­lia, a luta de Susan e do prÃ³prio pai contra o cÃ¢ncer, a morte de<br />
ambos, a alegria da maternidade. EstÃ£o tambÃ©m fotos das viagens que Annie fez a Sarajevo, por exemplo, na ocasiÃ£o da guerra. Nesse momento, hÃ¡ uma passagem que me disse muita coisa (traduÃ§Ã£o livre): &#8220;NÃ£o sou uma jornalista. Um jornalista nÃ£o toma partido, e eu nÃ£o quero seguir a minha vida dessa forma. Eu tenho uma voz mais poderosa como uma fotÃ³grafa se eu expressar um ponto de vista&#8221;. Confesso que fiquei em dÃºvida sobre as minhas intenÃ§Ãµes.</p>
<p>Quanto Ã  exposiÃ§Ã£o, sobram menos palavras ainda. AlÃ©m de conter todas as fotos do livro ampliadas, a exposiÃ§Ã£o incluiu dois murais cronolÃ³gicos, simulando as paredes que Annie e seus editores usaram para editar as fotos. Ou seja, muito mais material pra se ver.</p>
<p>Resumindo. Vejo Annie como uma fotÃ³grafa que, mesmo envolvida no mundo falso do entretenimento (leia-se Hollywood), soube sempre manter seu ponto de vista, sua visÃ£o sobre o mundo e, mais importante, sua simplicidade. Na fila da entrada da galeria, no dia da exposiÃ§Ã£o, ela quase foi barrada. Sua cara era muito mais simples do que as faces (e cabelos) pomposas do povo &#8220;da arte&#8221; que a ouviria poucos minutos depois.</p>
<p>Ah, e claro. SaÃ­ de lÃ¡ com o livro assinado.</p>
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