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	<title>NA RUA &#187; ETC.</title>
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	<description>paulo fehlauer, na terceira pessoa do plural.</description>
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		<title>travessia</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 03:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
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		<title>Quatro links sobre colaboração</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 02:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais para atualizar do que por qualquer outra razão, aí vão alguns links &#8220;colaborativos&#8221; que me chamaram a atenção nos últimos dias: DotSUB &#8211; YouTube com legenda. O melhor é que as legendas podem ser feitas e aperfeiçoadas de forma colaborativa, por qualquer pessoa que se interesse pelo vídeo; Open Source Food &#8211; Banco de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/streetlife/2715765104/"><img class="alignleft" title="Retrato" src="http://farm4.static.flickr.com/3119/2715765104_2c667374bf.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a><br />
<br clear="all" /><br />
Mais para atualizar do que por qualquer outra razão, aí vão alguns links &#8220;colaborativos&#8221; que me chamaram a atenção nos últimos dias:</p>
<ul>
<li><a title="DotSUB" href="http://www.dotsub.com/" target="_blank">DotSUB</a> &#8211; YouTube com legenda. O melhor é que as legendas podem ser feitas e aperfeiçoadas de forma colaborativa, por qualquer pessoa que se interesse pelo vídeo;</li>
<li><a title="Open Source Food" href="http://www.opensourcefood.com/" target="_blank">Open Source Food</a> &#8211; Banco de receitas (de comida) aberto a colaborações. As receitas são distribuídas sob licença Creative Commons, ou seja, pode inventar à vontade;</li>
<li><a title="Now Public" href="http://www.nowpublic.com/" target="_blank">Now Public</a> &#8211; Site de jornalismo produzido pelo usuário. Chama a atenção o design da interface, muito bom e atraente. Destaque, por exemplo, para a <a title="Now Public" href="http://www.nowpublic.com/environment/earthquake-rocks-southern-california" target="_blank">cobertura do terremoto</a> de hoje na Califórnia;</li>
<li><strong>Sugestão</strong>: leiam <a title="LA Times" href="http://www.latimes.com/news/opinion/la-oew-rosen22aug22,0,4771551.story" target="_blank">este artigo</a> do prof. Jay Rosen, da New York University (NYU), escrito (no ano passado) em resposta a <a title="LA Times" href="http://www.latimes.com/news/opinion/la-op-skube19aug19,0,3547019.story" target="_blank">outro artigo</a>, do jornalista e professor Michael Skube. Rosen é um ávido defensor do jornalismo produzido pelo cidadão; Skube, no extremo oposto, é bastante cético em relação ao tema. Não preciso dizer de que lado estou, e recomendo aos céticos a lista de links que conclui o artigo do prof. Jay Rosen.</li>
</ul>
<p>É isso, por ora.</p>
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		<title>Barata Double Stuf e as vítimas do capitalismo</title>
		<link>http://narua.org/2006/01/04/barata-double-stuf-e-as-vitimas-do-capitalismo/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2006 22:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
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		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Sem conseguir resistir às tentações do consumo, caí na armadilha da propaganda. Na prateleira do mercado hispano estavam, lado a lado, o Oreo normal e a novidade, o Oreo Double Stuf. Não precisa me conhecer tanto pra saber qual eu escolhi. Ah, parênteses. todo mundo sabe o que é Oreo, né? Quando você era criança na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem conseguir resistir às tentações do consumo, caí na armadilha da propaganda. Na prateleira do mercado hispano estavam, lado a lado, o <a href="http://www.oreo.com/" target="_blank"></a>Oreo normal e a novidade, o <em>Oreo Double Stuf</em>. Não precisa me conhecer tanto pra saber qual eu escolhi.</p>
<p>Ah, parênteses. todo mundo sabe o que é <em>Oreo</em>, né? Quando você era criança na década de 80, só existia o <em>Negresco</em>, que é da Nestlé, que já está no Brasil, pasmem, há 130 anos! (Só por curiosidade, o primeiro produto foi a Farinha Láctea, mais uma das minhas paixões de infância e, confesso, ainda hoje). Certo dia, com a abertura das pernas do país ao <em>double stuffed </em>apetite estrangeiro, chegou uma empresa chamada <a href="http://www.kraftfoods.com/" target="_blank"><em>Kraft Foods</em></a>, a maior empresa de alimentos dos EUA, e que, entre outras, comprou a Lacta e multinacionalizou até o BIS, que a concorrente suíça tentou copiar até agora mas não teve sucesso. A Kraft um dia teve a fantástica idéia de trazer o Oreo para o Brasil, produto famoso no estrangeiro e idêntico ao Negresco &#8211; mesmo sabor, preço e embalagem azul e branca. Isso, segundo o capitalismo, se chama concorrência. Fecha parênteses.</p>
<p>O resto do nome &#8211; <em>Double Stuf </em>- nem precisa traduzir, já diz tudo. Segundo as informações nutricionais, cada porção de 29 gramas tem 7 de gordura! Ou seja, <em>Double Stuf </em>no pneuzinho! Ainda mais que aqui existe uma lei que praticamente obriga o cidadão a saborear o biscoito acompanhado de leite &#8211; integral, é claro.</p>
<p>Acontece que o efeito, ao contrário do esperado, foi o oposto da propaganda, e minhas adiposidades (e a namorada) agradecem. Como toda pessoa de bom senso, eu exerço um certo <em>apartheid</em> ao comer biscoito recheado: separando o preto do branco (putz, nem acredito que disse isso). “<em>E quando certa manhã ele despertou, após uma noite mal-dormida, achou-se em sua cama transformado em um imenso </em>double stuffed <em>biscoito.</em>” Foi mais ou menos essa a sensação.</p>
<p>Resultado: claro que eu não ia jogar o pacote de meio quilo e 4 dólares no lixo, mas digamos que passei a praticar uma discriminação positiva em favor da parte preta. E, a partir de agora (incluam nas promessas de Ano Novo), vou tomar mais cuidado com a propaganda.</p>
<p>Aliás, mais coisa pra se pensar. O negócio mesmo é vender, porque se de um lado a indústria farmacêutica faz de tudo pra “salvar” o americano da obesidade, do outro a fome do Supersize é cada vez maior. Ou seja, o que importa é o consumo, seja de Oreo Double Stuf ou de remédio pra emagrecer. A lojinha do perdão é vizinha da banquinha da culpa.</p>
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