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	<title>NA RUA &#187; Arte</title>
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	<description>paulo fehlauer, na terceira pessoa do plural.</description>
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		<title>Flipbook Study I &#8211; Av. Paulista</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 05:20:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
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		<description><![CDATA[Isso é mais uma brincadeira do que um experimento, mas serve como tentativa. O flipbook às vezes é uma linguagem interessante de ser usada. Depois do meu &#8220;teste&#8221;, mando alguns bons exemplos, inclusive jornalísticos. * Produzido com câmera fotográfica, Audacity e iStopMotion. Agora, à parte séria do post: Iraqi Kurdistan &#8211; trabalho do fotógrafo Ed [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é mais uma brincadeira do que um experimento, mas serve como tentativa. O <em>flipbook</em> às vezes é uma linguagem interessante de ser usada. Depois do meu &#8220;teste&#8221;, mando alguns bons exemplos, inclusive jornalísticos.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="375" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="intl_lang=en-us&amp;photo_secret=cf677b501f&amp;photo_id=2770141220" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=58374" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="375" src="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=58374" allowfullscreen="true" bgcolor="#000000" flashvars="intl_lang=en-us&amp;photo_secret=cf677b501f&amp;photo_id=2770141220"></embed></object></p>
<p>* Produzido com câmera fotográfica, <a title="Audacity" href="http://audacity.sourceforge.net/" target="_blank">Audacity</a> e <a href="http://www.boinx.com/istopmotion/overview/" target="_blank">iStopMotion</a>.</p>
<p>Agora, à parte séria do post:</p>
<p><a href="http://www.mediastorm.org/0011.htm" target="_blank">Iraqi Kurdistan</a> &#8211; trabalho do fotógrafo Ed Kashi produzido pela MediaStorm;<br />
<a href="http://br.youtube.com/watch?v=1aodpb3vFU0" target="_blank">Roof Sex</a>, vídeo divertidíssimo produzido pelo coletivo norte-americano <a href="http://www.eatpes.com/" target="_blank">PES</a>;<br />
<a href="http://br.youtube.com/watch?v=pVYp2sgA9M0" target="_blank">Pull Me Out Alive</a> &#8211; Vídeo da violonista e cantora americana Kaki King;<br />
<a href="http://br.youtube.com/watch?v=uuGaqLT-gO4" target="_blank">MUTO</a> &#8211; piração do coletivo argentino BLU.</p>
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		<title>Livro Mergulha em Universo Jovem de SP</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2007 19:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[dica]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Sampa]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantendo certo idealismo, vejo o jornalista, e o fotojornalista, como cronistas, antropólogos do cotidiano. Claro que isso não faz muito sentido na realidade do mercado, mas às vezes ajuda manter uma visão sonhadora da profissão. Se não der nem pra imaginar isso, estamos perdidos. Foi com essa inspiração que entrei na onda de um grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://narua.org/new/2007/09/15/livro-mergulha-em-universo-jovem-de-sp/jovens-na-metropole/" rel="attachment wp-att-272" title="Jovens na Metrópole"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/09/nau-capa.jpg" alt="Jovens na Metrópole" /></a></p>
<p>Mantendo certo idealismo, vejo o jornalista, e o fotojornalista, como cronistas, antropólogos do cotidiano. Claro que isso não faz muito sentido na realidade do mercado, mas às vezes ajuda manter uma visão sonhadora da profissão. Se não der nem pra imaginar isso, estamos perdidos.</p>
<p>Foi com essa inspiração que entrei na onda de um grupo de antropólogos de verdade há cerca de 3 anos. Antropólogos urbanos, para ser mais exato, do <a href="http://www.n-a-u.org" target="_blank" title="NAU-USP">Núcleo de Antropologia Urbana da USP</a>. Eles percorreram a cidade em busca do que normalmente chamamos de &#8220;tribos urbanas&#8221;, conceito que não agrada muito ao grupo. Orientados pelo professor José Guilherme Cantor Magnani, o grupo de 13 pesquisadores escolheu seus &#8220;alvos&#8221; e mergulhou na realidade de cada um.</p>
<blockquote><p> <a href="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/09/sp365-20070914-003-sm.jpg" title="Jovens na Metrópole"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/09/sp365-20070914-003-sm-150x150.jpg" alt="Jovens na Metrópole" float="right" /></a></p></blockquote>
<p>Melhor exemplificar para deixar mais claro. Alguns dos grupos pesquisados: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Straight_edge" target="_blank" title="Wikipedia">straight edges</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%B3tico_%28estilo_de_vida%29" target="_blank" title="Wikipedia">góticos</a>, o circuito <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gospel" target="_blank" title="wikipedia">gospel</a>, forró universitário, pichadores&#8230; acho que já deu pra entender. E por que o <em>post</em> agora? Os trabalhos acabam de ser publicados em livro, pela <a href="http://terceironome.com.br/" target="_blank" title="Editora Terceiro Nome">Editora Terceiro Nome</a>, e fui visitar os autores no lançamento, realizado na sede da <a href="http://www.acaoeducativa.org.br/" target="_blank" title="Ação Educativa">Ação Educativa</a>, centro de São Paulo.<br />
Com forte apelo &#8211; jovens antropólogos pesquisando sobre jovens, o livro é uma boa dica de leitura. Não tem a simplicidade e o imediatismo jornalísticos, mas, nesse caso, felizmente. É interessante porque oferece um novo ângulo de observação da cidade, e dessa juventude que se agrupa de formas que apenas parecem óbvias na superfície.</p>
<blockquote><p><a href="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/09/sp365-20070914-002-sm1.jpg" title="Carolina Abreu"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/09/sp365-20070914-002-sm1-150x150.jpg" alt="Carolina Abreu" /></a></p></blockquote>
<p>Infelizmente, não tenho comigo as fotos que fiz para o trabalho, mas fica a dica do livro, prefaciado por Hermano Vianna e composto por 10 artigos dos pesquisadores, além de comentários do orientador e posfácio de Luiz Henrique de Toledo. Assim que recuperar e digitalizar os negativos, publico por aqui.</p>
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		<title>Ponte Aérea Capão Redondo &#8211; Chelsea</title>
		<link>http://narua.org/2007/04/06/ponte-aerea-capao-redondo-chelsea/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2007 06:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Graffiti]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[Sampa]]></category>
		<category><![CDATA[Choque-Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[(Ou o dia em que os ‘maluco’ curtiram uma na ‘gringa’&#8230;) “Como é que você convence o Consulado Americano que toda essa galera, alguns com ficha na polícia, é artista?”. Começa aí a aventura. A frase é de Eduardo Saretta, sócio da Galeria Choque Cultural, de São Paulo; a &#8220;galera&#8221;, 8 artistas representados pela galeria. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/06/nr_choque-5.jpg" alt="Jonathan LeVine e Eduardo Saretta" /></p>
<h1>(Ou o dia em que os ‘maluco’ curtiram uma na ‘gringa’&#8230;)</h1>
<p>“Como é que você convence o Consulado Americano que toda essa galera, alguns com ficha na polícia, é artista?”. Começa aí a aventura. A frase é de Eduardo Saretta, sócio da <a href="http://www.choquecultural.com.br/" target="_blank" title="Choque Cultural">Galeria Choque Cultural</a>, de São Paulo; a &#8220;galera&#8221;, 8 artistas representados pela galeria. Eles vieram expor sua “arte de rua” em Nova York no mês passado, e a batalha pelo visto americano é apenas uma das histórias que eles têm para contar.</p>
<p>Em fevereiro passado, a <a href="http://jonathanlevinegallery.com/index.cfm" target="_blank" title="Jonathan LeVine">Jonathan LeVine Gallery</a>  abriu a exposição “<a href="http://jonathanlevinegallery.com/?method=Exhibit.ExhibitDescriptionPast&amp;ExhibitID=4E2EF6E2-115B-5562-AA710CEC87AB1621" target="_blank" title="Ruas de São Paulo">Ruas de São Paulo: A Survey of Brazilian Street Art</a>”, em conjunto com a Choque Cultural, que representa boa parte dos representantes dessa arte fácil de visualizar, mas difícil de descrever. No caso, “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Search/Street%20Art" title="wikipedia: Street Art" target="wikipedia">Street Art</a>”, ou Arte de Rua, inclui <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Search/graffiti" title="wikipedia: graffiti" target="wikipedia">graffiti</a></em>, <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Search/stencil" title="wikipedia: stencil" target="wikipedia">stencil</a></em>, <em>stickers</em>, <em>tagging </em>etc., e os ‘oito da Choque’, para não deixá-los sem o devido crédito, são Fefe, Titi Freak, Kboco, Highraff, Speto, Onesto, Zezão e Boleta.</p>
<p>“Tudo começou quando eu descobri o livro ‘Graffiti Brasil’, do Tristan Manco. Foi abrir o livro e decidir ir para São Paulo”, conta Jonathan LeVine, dono da galeria americana, que confessa que seus conhecimentos de Brasil até então não iam muito além de “samba, Pelé e garotas de Ipanema”. Pra não se dizer completamente ignorante, Jonathan lembra que já conhecia e admirava o trabalho da dupla Os Gêmeos, que já tinham certa projeção internacional na época.</p>
<p>“Fiquei extasiado quando vi o trabalho desses artistas, era totalmente diferente do que eu já tinha visto nos Estados Unidos e na Europa. Fiquei intrigado por essa mistura de cores fortes e imagens meio infantis, de cartoon, mas que ainda assim contêm uma forte crítica social”, conta.</p>
<p>Algumas semanas depois, em São Paulo, Jonathan encontrou o fotógrafo Ignácio Aronovich, criador do site Lost.Art e autor de boa parte das fotos do livro “Graffiti Brasil”, e começou a sua peregrinação pelas ruas paulistanas, acompanhado pela equipe da Choque Cultural. “Nós passávamos o dia andando pela cidade, e eu pude ver de perto esses trabalhos. Voltei para NY meio atordoado, e decidido a trazer esse trabalho para cá”.</p>
<h2>Com a mão na massa</h2>
<p>Da inspiração à realização, um ano se passou. A idéia era trazer todos os artistas para Nova York, para que eles literalmente pintassem e bordassem na galeria. “Nosso problema era conseguir dinheiro pra trazer todos”, lembra Eduardo. A solução partiu de artistas representados por Jonathan, que doaram algumas de suas obras para que fossem leiloadas. Com o dinheiro arrecadado e visto na mão, era só embarcar.</p>
<p>Os oito artistas, mais os donos da Choque Cultural, passaram cerca de duas semanas em Nova York, preparando a exposição, conferindo o trabalho local e, claro, gastando tinta. “A gente queria trazer para cá essa coisa brasileira de chegar e fazer, sujar a parede, se virar”, conta Eduardo. “Queríamos criar aqui um ambiente parecido com o da sede da Choque, algo bem diferente daquela coisa ‘quadro na parede’, tradicional”, completa Jonathan.</p>
<p>Os ‘oito’ ainda tiveram a chance de conhecer o ‘outro lado’ da cidade, lado que deu origem a tudo isso. Numa tarde congelante de inverno, o grupo foi visitar uma escola pública do Bronx, bairro mais pobre de Nova York e que também é o berço do hip hop. “Foi como estar em São Paulo, os mesmos problemas, as mesmas necessidades”, lembra Eduardo. Além de pintar os muros da escola, eles deram uma aula de street art para um grupo de alunos da escola.</p>
<p>Nova York, no entanto, não é mais a mesma de 20 anos atrás, quando o movimento hip hop e o graffiti explodiram, e os artistas brazucas sentiram na pele a pressão. “A gente estava pintando um mural na rua, a pedido do dono de um bar, e a polícia veio perguntar o que significava aquilo”, lembra Eduardo. “No dia da abertura da exposição, os vizinhos aqui da galeria chamaram a polícia e os bombeiros por causa do cheiro de spray, ameaçaram desligar os elevadores, foi uma confusão”, completa Jonathan.</p>
<h2>História pra contar</h2>
<blockquote><p>&#8220;Pode ter certeza que,</p>
<p>daqui a cinco, dez anos,</p>
<p>ainda sentiremos o resultado</p>
<p>desse encontro.”</p>
<p>Jonathan LeVine</p></blockquote>
<p>No final, os contratempos viram histórias e dão um certo tempero à aventura. Dos dois lados, o americano e o brasileiro, a avaliação é a mesma: sucesso total. A galeria lotou na noite de abertura, a recepção da crítica foi ótima, e quase todas as obras foram vendidas no decorrer da exposição, que se encerrou na metade de março. “Nós nunca achamos que viríamos direto para Nova York; agora podemos sair daqui com esse carimbo, esse atestado de qualidade”, comemora Eduardo.</p>
<p>Qualidade atestada, mais passagens na mão. Titi Freak saiu de Nova York para Osaka, no Japão; Onesto, direto para a Califórnia, e Kboco, para a Bienal de Valencia, Espanha. “Isso é só o começo de algo muito maior. Nós ainda não temos muito como saber o que essa exposição vai causar, mas você pode ter certeza que, daqui a cinco, dez anos, ainda sentiremos o resultado desse encontro”, conclui Jonathan.</p>
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		<title>Steve McCurry</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 04:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[McCurry]]></category>
		<category><![CDATA[retrato]]></category>

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		<description><![CDATA[Tive a chance de fotografar o fotógrafo (perdão pelo trocadilho) Steve McCurry, conhecido mundialmente pelo trabalho na Agência Magnum e na revista National Geographic. Ele é o autor da famosa foto de uma refugiada afegã de 12 anos que estampou a capa da revista em 1983. Claro que bateu aquele nervosismo, porque passa pela cabeça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://narua.org/new/2007/02/04/steve-mccurry/mccurry-i/" rel="attachment wp-att-219" title="McCurry I"><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/06/mccurry004.jpg" alt="McCurry I" /></a></p>
<p>Tive a chance de fotografar o fotógrafo (perdão pelo trocadilho) <a href="http://www.stevemccurry.com/" target="_blank">Steve McCurry</a>, conhecido mundialmente pelo trabalho na <a href="http://www.magnumphotos.com/Archive/C.aspx?VP=XSpecific_MAG.PhotographerDetail_VPage&amp;l1=0&amp;pid=2K7O3R13O2CM&amp;nm=Steve%20McCurry" target="_blank">Agência Magnum</a>  e na revista <a href="http://www.nationalgeographic.com/ngm/100best/multi1_interview.html" target="_blank">National Geographic</a>. Ele é o autor da famosa foto de uma refugiada afegã de 12 anos que estampou a capa da revista em 1983.</p>
<p align="justify"> Claro que bateu aquele nervosismo, porque passa pela cabeça o básico &#8220;como eu vou fotografar o cara que sabe 500 mil vezes mais do que eu?&#8221;. Mas no fim a experiência foi ótima, ele foi super simpático, e eu confirmei mais uma vez a minha tese de que as pessoas que estão à sua volta (estagiários, assistentes, secretárias) têm o nariz muito mais empinado do que o próprio artista (a outra foi com a fotógrafa <a href="http://www.narua.org/site/annie-leibovitz" target="_blank">Annie Leibovitz</a>). E claro que caí na armadilha do cara, que insistia em me dirigir, sugeria algumas fotos, locais etc. Já ouvi alguns fotógrafos reclamarem disso, mas prefiro considerar como uma aula particular.</p>
<p align="justify"> Confiram e digam o que acham!</p>
<p><strong>MAIS:</strong></p>
<ul>
<li>[[Steve McCurry]] na Wikipedia.</li>
</ul>
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		<title>Palhaçada Mensal</title>
		<link>http://narua.org/2007/01/22/palhacada-mensal-e-nao-estamos-falando-de-politica/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 23:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[NYC]]></category>
		<category><![CDATA[clown]]></category>
		<category><![CDATA[palhaço]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Do subterrâneo de uma cidade ofuscada pelo brilho dos flashes e da publicidade, surgem Eles, essa espécie um pouco estranha, de olhar ingênuo, nariz vermelho e passos um pouco atrapalhados. Eles, os palhaços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.fehlauer.com.br/narua/wp-content/uploads/2007/06/clown_006.jpg" alt="Clowns I" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Faço versos pro palhaço<br />
Que na vida já foi tudo<br />
Foi soldado, seresteiro<br />
Carpinteiro, vagabundo<br />
Sem juiz e sem juizo<br />
Fez feliz a todo mundo<br />
Mas no fundo não sabia<br />
Que em seu rosto coloria<br />
Todo o encanto do sorriso<br />
Que seu povo não sorria.&#8221;<br />
(O Circo , Sidney Miller)</p></blockquote>
<p>Do subterrâneo de uma cidade ofuscada pelo brilho dos flashes e da publicidade, surgem eles, essa espécie um pouco estranha, de olhar ingênuo, nariz vermelho e passos um pouco atrapalhados. Eles, os palhaços. Não sei quem os colocou ali, debaixo da terra, debaixo do mundo, mas ali mesmo eles fazem a festa, e transportam a pequena audiência para um outro mundo, mais alegre, menos complicado.</p>
<p>Fui assistir ao New York Downtown Clown Monthly Revue, um encontro mensal de palhaços organizado pelo ator e palhaço Christopher Lueck. Confira o <a href="http://narua.org/new/slides/clown.swf" onclick="window.open('http://narua.org/new/slides/clown.swf','clown1','width=800,height=600,left='+(screen.availWidth/2-400)+',top='+(screen.availHeight/2-300)+'');return false;">slideshow</a>.</p>
<p><strong>Mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.jugglenyc.com/" target="_blank">Juggle NYC</a>;</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://www.clownswithoutborders.org/" target="_blank">Palhaços Sem Fronteiras</a> ;</li>
</ul>
<ul>
<li> <a href="http://slavasnowshow.com/" target="_blank">Slava Snowshow</a>.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>College Photographer 2006</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Nov 2006 12:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Fehlauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[americana]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[news]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>

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		<description><![CDATA[Confesso que deu uma invejinha&#8230; foi anunciado o resultado do 61o. College Photographer of the Year (algo como &#8220;Fotógrafo Universitário do Ano&#8221;), aqui nos Estados Unidos. O que não faz um bom sistema educacional, não é?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que deu uma invejinha&#8230; foi anunciado o resultado do <a href="http://www.cpoy.org/?s=Home" target="_blank">61o. College Photographer of the Year</a>  (algo como &#8220;Fotógrafo Universitário do Ano&#8221;), aqui nos Estados Unidos. O que não faz um bom sistema educacional, não é?</p>
]]></content:encoded>
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