NA RUA
paulo fehlauer, na terceira pessoa do plural.


    Convite – Exposição

    March 10th, 2008  |  Publicado em Evento

    Coney Island

    Caros visitantes deste modesto blog,

    Convido a todos para a abertura da exposição Gotham – O Mundo Em Uma Ilha, na ECA-USP, com fotos minhas de Nova York. Quem acompanha o ‘Na Rua’ deve conhecer a maioria das imagens, mas é bem melhor vê-las grandes, impressas, emolduradas e photoshopadas, concordam? Um vinhozinho, então, convence?

    Mais um motivo então: quem comentar aqui E comparecer na quinta-feira ganha uma foto assinada. Mas tem que ir lá buscar.

    Exposição: Gotham – O mundo em uma ilha
    Onde: Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP
    Onde? Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, S/N, Cidade Universitária, São Paulo – SP
    Quando: 13/03/2008, quinta-feira, a partir das 19h.
    Liguem se estiverem perdidos: 8456-2690.

    Segue um breve texto de divulgação, caso queiram espalhar a notícia:

    Gotham – O Mundo Em Uma Ilha

    Dizem que Paris é a cidade mais fotografada do mundo. Na era digital, tenho minhas dúvidas. De qualquer forma, Nova York já tem troféus suficientes na prateleira, e os franceses abundam quase tanto quanto na sua própria capital. Aliás, não só franceses, mas povos tão distantes quanto índios e indianos, coreanos e colombianos. Brasileiros, também, e mexicanos, claro.

    Parênteses: a diversidade cultural de Nova York é tão grande que o fotógrafo Danny Goldfield teve a seguinte idéia: encontrar, e fotografar, em Nova York, uma criança de cada país do mundo. Até o momento, já são 151 crianças fotografadas. Fecha.

    Quando me perguntavam, lá em NY, sobre São Paulo, eu resumia a conversa dizendo que somos uma Nova York brasileira, na qual pessoas de todo o país vêm para buscar alguma coisa, fazer acontecer. Virando a carta, Nova York é uma São Paulo mundial, para onde se dirigem milhares (sendo modesto) de imigrantes todos os anos, em busca dessa alguma coisa, seja lá o que for. Já dizia Sinatra, “if you can make it there, you’ll make it anywhere“.

    Tal como em São Paulo, nenhum desses imigrantes vai se tornar newyorker. Paraibano continua paraibano, coreano só fala coreano, no máximo arranha um engrish. E é esse imenso caldeirão que derruba todos os paralelos, comparações e generalizações aqui citados quando você põe os pés na cidade e resolve explorá-la.

    Ir a Nova York é a forma mais barata de dar a volta ao mundo. Nessa despretensiosa exposição, procuro mostrar um pouco dessa diversidade, e vou além, para mostrar também as cores e luzes que fazem dessa cidade um lugar único e apaixonante.

    Perceberam o tom nostálgico?

    Até quinta!

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